| Escrito por Mark Finley |
Andrew Fisher, um ex-padre católico, pensou cuidadosamente sobre sua decisão de guardar o sábado. Ele argumentava que o mandamento do sábado não era parte da lei cerimonial, pois fora instituído na criação, antes que o sistema sacrifical fosse instaurado. Citando Mateus 5:17 e 18, mostrava que Jesus não removeu sequer um i da lei. Com Tiago 2:10-12, demonstrou que os discípulos não mudaram o sábado. Corajosamente, apontava a Igreja Católica como a origem da apostasia. A guarda do domingo, sugeria, era um cumprimento da mudança dos “tempos e [das] leis”, predita em Daniel 7:25. Por causa disso, Fisher perdeu a vida. Em 1529, ele e sua esposa foram sentenciados à morte. Há coisas pelas quais compensa morrer. Salomão, o homem mais sábio de todos os tempos, disse: “Compra a verdade e não a vendas.” Prov. 23:23. Fisher e sua esposa tiveram coragem moral, têmpera espiritual. Algumas pessoas nunca se posicionam contrárias nem favoráveis a nada ou ninguém. Seguem a onda, no tom da multidão. Mas há pessoas como José, Daniel e Paulo. Disse Ellen White: “A maior necessidade do mundo é a de homens – homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus” (Educação, p. 57). O casal Fisher decidiu fazer o que era certo, porque era o certo, deixando os resultados com Deus. O lema de sua vida era: “Compensa seguir a verdade.” A verdade ainda é a verdade, independentemente da aceitação ou negação, popularidade ou rejeição de que seja alvo. Tomará você posição ao lado de homens e mulheres fiéis de todos os séculos? Seguirá a verdade custe o que custar, deixando com Deus os resultados? (Mark Finley, Sobre a Rocha) “Porque em verdade vos digo: até que o Céu e a Terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra” (Mateus 5:18). |
5 de setembro de 2012
O padre que guardou o sábado
2 de setembro de 2012
Trailer DVD “A Última Esperança”
A série de estudos bíblicos foi baseada nas 7 igrejas do Apocalipse, estará disponível também num estudo bíblico pelo Facebook(aplicativo), assim como o Futuro com Esperança, que foi lançado em novembro de 2011.
30 de agosto de 2012
Os Mandamentos
Desenho Bíblico Infantil OMITE Mandamento do Sábado (mostrando apenas 9 mandamentos)
Somente depois que essa situação estiver **plenamente** exposta ao povo (Sábado versus Domingo – o povo ainda não entende), e este for levado a optar entre os mandamentos de Deus e os dos homens, é que aqueles que prosseguirem em transgressão compreenderão o que se tem falado por mais de 150 anos. É uma profecia, para o futuro breve … Hoje a maioria zomba, mas amanhã, Deus será honrado …
“Os cristãos das gerações posteriores observaram o domingo supondo que estavam guardando o sábado bíblico, e ainda hoje existem genuínos cristãos em todas as igrejas [Ap 18:4] que sinceramente creem ser o domingo o dia de repouso divinamente indicado. Deus aceita sua sinceridade e integridade.”
“O romanismo reconhece que a mudança do sábado foi feita pela sua igreja, e declaram que os protestantes, ao observarem o domingo, estão reconhecendo seu poder. Faz-se esta declaração: “Enquanto vigorou a antiga lei, o sábado era o dia santificado; mas a igreja, instruída por Jesus Cristo e dirigida pelo Espírito de Deus, substituiu o sábado pelo domingo; assim santificamos agora o primeiro dia, e não o sétimo. Domingo quer dizer, e agora é, o dia do Senhor.”
“Mas quando a observância do domingo for imposta por lei e o mundo for iluminado relativamente à obrigação do verdadeiro sábado, então quem transgredir o mandamento de Deus, a fim de obedecer aos preceitos de Roma, estará honrando mais ao papado que a Deus. Estará prestando homenagem a Roma. (…) Os homens aceitarão, pois, o sinal de fidelidade para com Roma.”
Quando o mundo e as igrejas protestantes aceitam um sábado criado por Roma, ao mesmo tempo que rejeitam o sábado bíblico, acatam virtualmente as suas suposições. Ao assim fazerem, ignoram o princípio que as separa de Roma — que “a Bíblia, e a Bíblia somente, é a religião dos protestantes”. À medida que ganha terreno o movimento em favor da guarda obrigatória do domingo, por fim todo o mundo protestante será reunido sob a bandeira de Roma.”
O Grande Conflito, págs. 199/200.
26 de agosto de 2012
Padre que chamou evangélicos de otários defende a união de católicos e protestantes na política
O padre Paulo Ricardo recentemente tem se envolvido em polêmicas por conta de suas opiniões fortes. O líder religioso da Arquidiocese de Cuiabá (MT), disse em fevereiro que os evangélicos eram “otários” por não acreditarem nos santos católicos. Em março, o pároco disse no evento “Vinde e Vede” que um “espírito mundano” tinha entrado na Igreja Católica e citou os seus colegas padres que não estavam mantendo uma postura adequada. Um documento assinado por 27 padres do estado pediu o seu afastamento e caracterizaram os sermões de Paulo Ricardo como “austeros e ofensivos”. Este mês deu declarações elogiando o trabalho da Bancada Evangélica na luta contra a liberação do aborto. Em seu canal do Youtube ele tem dado aulas onde comenta o livro “Poder Global e Religião Universal”, do Monsenhor argentino Claudio Sanahuja. Sua intenção é expor “a transformação que o mundo atual está sofrendo, partindo dos novos paradigmas propostos pela Nova Ordem Mundial”. Ele ressaltou que existe no mundo um projeto de reengenharia social que “esbarra nos valores judaico-cristãos, notadamente representados pela Igreja Católica Apostólica Romana”, e que os líderes dessa Nova Ordem Mundial pretendem destruí-la a partir de seu interior. O livro de Claudio Sanahuja defende, basicamente, que há uma guerra psicológica para a implantação de uma nova moral: a “revolução semântica”. Isso inclui apresentar novos significados, por exemplo, para o termo família “como qualquer coabitação entre duas pessoas, mesmo sendo ambas do mesmo sexo, para relações sexuais”. Além disso, existe um “novo poder global” pretendido pela ONU, que visa a imposição de uma nova moral. Isso inclui a aceitação da prática homossexual, do aborto, da anticoncepção e dos direitos sexuais e reprodutivos. “O novo poder global precisa de uma religião universal”, afirma Sanahuja apontando que a conferência Millennium World Peace Summit of Religious and Spiritual Leaders [Cúpula do Milênio de Líderes Religiosos e Espirituais pela Paz Mundial] , ocorrida em Nova Iorque, em agosto de 2.000, realizada pela ONU, se manifestou contra as religiões “dogmáticas”, como portadoras do “fundamentalismo”. Ao longo de quase uma hora, o padre Paulo Ricardo conclama para a luta o que chama de “cristãos verdadeiros”, e curiosamente inclui católicos e protestantes entre eles. Ele admite que não vê problema em os católicos se aliarem aos políticos evangélicos em suas lutas por objetivos em comum. Contudo, perguntado sobre como essa união seria possível, destaca: 1) Católicos e evangélicos têm muito mais em comum do que aquilo que os divide, 2) devemos ser honestos para reconhecer as diferenças teológicas históricas, 3) Sabe-se que os evangélicos irão continuar chamando os católicos de “idólatras” e os católicos continuarão considerando os evangélicos como “hereges”. Por fim, o padre propõe que “no agir politicamente precisamos [católicos e evangélicos] de um meio-termo” para que o cristianismo possa ser salvo desse ataque da Nova Ordem Mundial. "CLIQUE AQUI E ASSISTA O VÍDEO"
Fonte: Gospel Prime
Observação adventismo em foco: Profético irmãos! Tudo relatado no livro O Grande Conflito. E já sabemos o que essa união política forte, porém passageira, trará.
24 de agosto de 2012
GOOGLE MAPS
Governo Americano já consegue filmar uma pessoa andando na Rua VIA SATÉLITE
Vejamos essa foto da 67 Reade Street, New York, Estados Unidos, tirada via satélite e colocada no GOOGLE MAPS:
Conseguiram ver a qualidade? Essa é uma foto colocada em um site gratuito na Internet. Significa que a melhor resolução possível, não é colocada no Google, mas está nas mãos dos militares, ou seja, a fotografia de qualquer pessoa caminhando na RUA em tempo real não é ficção, mas a pura realidade. E o governo americano, não fotografou apenas suas cidades, mas cada cidade, cada parte do PLANETA TERRA. Dúvida? Basta pesquisar sua cidade no GOOGLE MAPS e procurar a sua casa fotografada por cima.
Não satisfeitos, os americanos estão fotografando as ruas com um carro próprio. Cada rua, de cada cidade, de cada vila desse mundo:
Fotografia da Avenida Higienópolis, no Centro de Londrina/Paraná pelo carro do Google
Brasília – Palácio do Alvorada – Via Satélite
Com a evolução da tecnologia humana percebemos que nenhum cristão teria a menor chance após a promulgação da Marca da Besta. Por isso mesmo as 7 Pragas virão não apenas para castigar os maus, mas para desestabilizar as estruturas tecnológicas e permitir a fuga dos cristãos. Com o calor solar da quarta praga provavelmente muitos satélites serão queimados, pondo fim a bisbilhotisse em tempo real.
Leite tem PUS!
Leite tem PUS! E Mais: A profecia sobre o Leite!
Publicado em Alimentação Bíblica, Ellen G. White
Publicado em Alimentação Bíblica, Ellen G. White
Virá o tempo em que o leite não poderá ser usado tão livremente como agora; mas o presente (1901), não é o tempo de rejeitá-lo. …Desejo dizer, porém, que quando vier o tempo em que não mais é garantido usar leite, nata, manteiga e ovos, Deus o revelará. Extremo algum deve ser defendido na reforma de saúde. A questão de usar leite, manteiga e ovos resolverá seu problema. Por enquanto não temos nenhuma preocupação a esse respeito. Seja vossa moderação notória a todos os homens. Carta 37, 1901. Fonte
Em todas as partes do mundo serão tomadas providências para substituir leite e ovos. E o Senhor nos fará saber quando chegar o tempo de abandonar esses artigos. Ele deseja que todos sintam que possuem um benévolo Pai celeste que os instruirá em tudo. O Senhor dará a Seu povo em todas as partes do mundo, arte e habilidade no regime alimentar, ensinando-lhes a maneira de usar os produtos da terra para o sustento da vida. Carta 151, 1901.
OBS: Será que chegou o tempo de abandonar o leite de que fala a profecia? Aparentemente não. Existirá um acontecimento para que em todas as partes do mundo se substituam leite e ovos.
20 de agosto de 2012
Santa Inquisição
Uma visita ao Tribunal da Inquisição em Lima no Peru, nos faz lembrar de épocas passadas, onde a fé na crença da igreja romana e suas doutrinas eram imposta sob ameaças de tortura e de morte. Por que uma igreja que devia evangelizar pelo amor de Jesus era capaz de cometer tais atos de tortura em nome de Deus? Se bem que muitos condenados pelo tribunal de fato praticavam a bruxaria (fato este ainda assim, injustificável para tal barbárie), a grande maioria foram martirizados apenas por querer guardar o que a Bíblia ensinava e não as doutrinas impostas pelo Papa.
"Então, vi a mulher embriagada com o sangue dos santos e com o sangue das testemunhas de Jesus; e, quando a vi, admirei-me com grande espanto."
Apocalipse 17:6
Apocalipse 17:6
Assista ao filme Lutero e outros.
Após quase ser atingido por um raio, Martim Lutero (Joseph Fiennes) acredita ter recebido um chamado. Ele se junta ao monastério, mas logo fica atormentado com as práticas adotadas pela igreja católica na época. Após pregar em uma igreja suas 95 teses, Lutero passa a ser perseguido. Pressionado para que se redima publicamente, Lutero se recusa a negar suas teses e desafia a igreja católica a provar que elas estejam erradas e contradigam o que prega a bíblia. Excomungado, Lutero foge e inicia sua batalha para mostrar que seus ideais estão corretos e que eles permitem o acesso de todas as pessoas a Deus.
“Disse Lutero, alguns anos depois do início da Reforma: "Deus não me guia, Ele me impele avante, arrebata-me. Não sou senhor de mim mesmo. Desejo viver em repouso; mas sou arrojado ao meio de tumultos e revoluções." - D'Aubigné.”
O Grande Conflito, pág. 126.
O Grande Conflito, pág. 126.
Espelho dos Mártires - Inquisição Cátólica
Este documentario relata em detalhes o modo de vida e as perseguições que sofreram os cristãos primitivos, e como foram martirizados. Mostra também o comovente testemunho de fé e coragem de muitos outros cristãos que preferiram a morte do que negar a fé no/do evangelho; fosse pelo fogo, pela espada ou pelas feras nas arenas, refugiando-se em cavernas e catacumbas para escaparem da perseguição Romana. Anabatistas, Valdenses dentre outros.
Este documentario relata em detalhes o modo de vida e as perseguições que sofreram os cristãos primitivos, e como foram martirizados. Mostra também o comovente testemunho de fé e coragem de muitos outros cristãos que preferiram a morte do que negar a fé no/do evangelho; fosse pelo fogo, pela espada ou pelas feras nas arenas, refugiando-se em cavernas e catacumbas para escaparem da perseguição Romana. Anabatistas, Valdenses dentre outros.
Assista o documentário abaixo.
(CONTÉM CENAS FORTES)
Apocalipse 18. 3-5. Pois todas as nações beberam do vinho da fúria da sua prostituição. Os reis da
terra se prostituíram com ela; à custa do seu luxo excessivo os negociantes da
terra se enriqueceram. 4 Então ouvi outra voz dos céus
que dizia: Saiam dela, vocês, povo meu, para que vocês não participem dos seus
pecados, para que as pragas que vão cair sobre ela não os atinjam! 5 Pois os pecados da Babilônia
acumularam-se até o céu, e Deus se lembrou dos seus crimes.
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Os Dez Mandamentos
O Decálogo no Éden
Muitos acreditam que os Dez
Mandamentos surgiram quando Moisés os recebeu no monte Sinai, sendo até então
desconhecidos. Outros crêem que Jesus os substituiu por "dois novos"
mandamentos, e um terceiro engano afirma que eles foram destinados aos judeus e
não precisam ser obedecidos pelos gentios. Essas noções absurdas contrariam
fortemente os ensinos da Bíblia, e Deus aniquila pessoalmente a primeira ilusão
ao declarar:
"Porque Eu o escolhi para que ordene a seus filhos e a sua casa
depois dele, a fim de que guardem o caminho do Senhor e pratiquem a justiça e o
juízo. (...) Na tua descendência serão abençoadas todas as nações da terra;
porque Abraão obedeceu à Minha palavra e guardou os Meus mandados, os Meus preceitos, os Meus estatutos
e as Minhas leis." (Gênesis 18:19; Gênesis 26:4-5)
Estes versos declaram que Abraão seguiu e foi escolhido para ensinar a conduta de vida estabelecida por Deus. Antes deste testemunho, Deus tinha feito a ele a seguinte recomendação: "(...) guarde a Minha Aliança, tanto você como os seus futuros descendentes." (Gênesis 17:9). E será que os descendentes de Abraão foram igualmente zelosos com os ensinos que receberam? Vejamos:
Estes versos declaram que Abraão seguiu e foi escolhido para ensinar a conduta de vida estabelecida por Deus. Antes deste testemunho, Deus tinha feito a ele a seguinte recomendação: "(...) guarde a Minha Aliança, tanto você como os seus futuros descendentes." (Gênesis 17:9). E será que os descendentes de Abraão foram igualmente zelosos com os ensinos que receberam? Vejamos:
"Então, disse o Senhor a Moisés: Eis que vos farei chover do céu
pão, e o povo sairá e colherá diariamente a porção para cada dia, para que Eu
ponha à prova se anda na Minha lei ou não.
Dar-se-á que, ao sexto dia, prepararão o que colherem; e será o dobro do
que colhem cada dia. (...) Seis dias o colhereis, mas o sétimo dia é o sábado;
nele, não haverá.
Ao sétimo dia, saíram alguns do povo para o colher, porém não o acharam.
Então, disse o Senhor a Moisés: 'Até quando recusareis
guardar os Meus mandamentos e as Minhas leis?'" (Êxodo capítulo 16)
Isso ocorreu no deserto de Sim, antes que os
descendentes de Abraão chegassem ao deserto de Sinai para receber os Dez
Mandamentos na sua forma escrita (em duas tábuas de pedra) após firmarem com o
Senhor o pacto de aliança (Êxodo 16:1; Êxodo 19:1-8). Agora surgi as
seguintes perguntas: Como poderia Deus pôr os israelitas à prova em relação ao
sábado do quarto mandamento se eles ainda iriam recebê-lo no monte Sinai? E por
que os reprovou questionando: "Até quando recusareis guardar os Meus
mandamentos e as Minhas leis?" (Êxodo 16:28).
O uso da locução adverbial "até
quando", que provém do hebraico "'anah"(a), e o uso dos
substantivos "mandamentos" e "leis", que são
respectivamente traduções do hebraico "mitsvah"(b) e "towrah"(c), demonstram que os
israelitas conheciam tanto a observância sabática quanto outras instruções
divinas, e vinham a muito tempo negligenciando-as. Deus jamais teria testado-os
naquela ocasião se eles não conhecessem os Seus preceitos, isso seria injusto.
Através de Abraão eles receberam as orientações que foram transmitidas desde a
época de Adão.
A Lei de Deus no Éden
Adão e Eva transgrediram no Éden os
princípios da lei de Deus quando cederam aos sofismas de Satanás e,
consequentemente, desprezaram a justiça que lhes foi ensinada. Nessa infeliz
atitude, eles escolheram seguir uma criatura e consideraram as palavras do Deus
Criador falsas; desonraram Aquele que lhes concedeu a vida; cobiçaram e
furtaram; sentenciaram a morte gerações, pois perderam o direito a vida eterna
e condenaram seus descendentes ao mesmo destino; e, se esses fatos ocorreram no
sétimo dia da semana, pode-se afirmar ainda que tais transgressões ofenderam o
Senhor no Seu santo sábado.
Antes desse fatídico dia, Adão e Eva
não conheciam os resultados do pecado: "eis que o homem se tornou como um
de nós conhecedor do bem e do mal" (Gênesis 3:22). Eles viviam em
perfeita harmonia com Deus e, dia-a-dia, aprendiam sobre o Seu amor sintetizado
em Sua lei. A respeito dessas transgressões a Bíblia revela:
"Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e
pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque
todos pecaram. Porque até ao regime da lei havia pecado no mundo, mas o pecado
não é levado em conta quando não há lei. Todo aquele que
pratica o pecado também transgride a lei, porque o pecado é a transgressão da lei. [E] o
salário do pecado é a morte." (Romanos 5:12-13; I João 3:4; Romanos 6:23)
"Adão e Eva persuadiram-se de que seria questão insignificante o comer do fruto proibido, e que tal ato não poderiam resultar em terríveis consequências como as de que Deus os avisara. Mas essa questão insignificante constituía uma transgressão da imutável e santa lei divina, e separou o homem de Deus, abrindo os diques da morte e trazendo sobre o mundo misérias indizíveis. Século após século tem subido da Terra um contínuo grito de lamento, e toda criação geme aflita, em resultado da desobediência do homem. O próprio Céu sentiu os efeitos da rebelião de Satanás contra Deus. O Calvário aí está como um monumento do estupendo sacrifício exigido para expiar a transgressão da lei divina. Não podemos considerar o pecado coisa trivial."1
Lúcifer quando cobiçou o trono de Deus transgrediu o princípio do décimo mandamento e tal atitude levou-o posteriormente a violar os demais preceitos da lei.3 E aquilo que ele não conseguiu no Céu(d), tenta a todo custo obter na Terra: adoração e domínio absoluto. Para isso ele utiliza o mesmo artifício, tornar a lei desprezível; e entende perfeitamente que para atingir este objetivo não há necessidade de proporcionar a transgressão de cada um dos Dez Mandamentos:
O plano de salvação foi
minuciosamente articulado antes da criação. Deus tinha conhecimento das
transgressões que o homem causaria a Sua lei influenciado por Satanás (Apocalipse 12:17). O "fruto" de
uma árvore, obviamente, não foi a causa do grande conflito em que a humanidade
se envolveu. As implicações registradas em Gênesis capítulo 3 vão muito além disso.
"Adão e Eva persuadiram-se de que seria questão insignificante o comer do fruto proibido, e que tal ato não poderiam resultar em terríveis consequências como as de que Deus os avisara. Mas essa questão insignificante constituía uma transgressão da imutável e santa lei divina, e separou o homem de Deus, abrindo os diques da morte e trazendo sobre o mundo misérias indizíveis. Século após século tem subido da Terra um contínuo grito de lamento, e toda criação geme aflita, em resultado da desobediência do homem. O próprio Céu sentiu os efeitos da rebelião de Satanás contra Deus. O Calvário aí está como um monumento do estupendo sacrifício exigido para expiar a transgressão da lei divina. Não podemos considerar o pecado coisa trivial."1
"Depois da desobediência, Adão e
Eva a princípio imaginaram-se ter obtido uma condição mais elevada de
existência. Mas logo o pensamento de seus pecados os encheram de terror.
Desapareceram o amor e a paz que haviam desfrutado, e em seu lugar
experimentavam uma intuição de pecado, um terror pelo futuro. A veste de luz
que os rodeara, desapareceu; e para suprir sua falta procuraram fazer para si
uma cobertura, pois enquanto estivessem nus, não podiam enfrentar o olhar de
Deus e dos santos anjos. Mas a nudez era mais do que física, era também uma
nudez de alma."2
Outros exemplos bíblico demonstram a
existência do Decálogo antes dele ser entregue no monte Sinai, tais como: o
assassinato de Abel (Gênesis 4:8); promiscuidade e idolatria de vários povos da antiguidade como de
Sodoma e Gomorra (Gênesis 18:20; Gênesis 19:4-5 cf Romanos 1:18-32); Abrão antes de se tornar Abraão mentiu a respeito de seu parentesco
com Sara (Gênesis 12:10-20); José resistiu ao pecado de adultério (Gênesis 39:7-23); enfim, esses
atos não poderiam ser classificados como pecaminosos se a lei de Deus não
existisse anteriormente para condená-los (I João 3:4; Romanos 4:15; Romanos 7:7).
A Lei sob ataque no CéuLúcifer quando cobiçou o trono de Deus transgrediu o princípio do décimo mandamento e tal atitude levou-o posteriormente a violar os demais preceitos da lei.3 E aquilo que ele não conseguiu no Céu(d), tenta a todo custo obter na Terra: adoração e domínio absoluto. Para isso ele utiliza o mesmo artifício, tornar a lei desprezível; e entende perfeitamente que para atingir este objetivo não há necessidade de proporcionar a transgressão de cada um dos Dez Mandamentos:
"Pois qualquer que guarda toda a lei, mas tropeça em um só ponto, se torna culpado
de todos. Porquanto, Aquele que disse: Não adulterarás também ordenou: Não
matarás. Ora, se não adulteras, porém matas, vens a ser transgressor da lei. Falai
de tal maneira e de tal maneira procedei como aqueles que hão de ser julgados
pela lei da liberdade." (Tiago 2:10-12 cf I João 2:1-4)
As Escrituras não favorecem
ideologias contrárias a lei de Deus, agir contra ela é auxiliar Satanás em seus
propósitos. E eis os "motivos" que o conduz a combatê-la:
Deus é amor (I João 4:8), a base da lei é
o amor (Romanos 13:8-10; Mateus 22:37-40).
Deus é santo, justo e bom (Salmos 99:5; Marcos 10:18; Salmos 7:11), Sua lei é santa,
justa e boa (Romanos 7:12).
Deus é eterno (I Timóteo 1:17), Sua lei é eterna
(Lucas 16:17 cf Isaías 24:5-6).
Deus é imutável (Tiago 1:17 cf Malaquias 3:6), Sua lei é
imutável (Mateus 5:17-19).
Deus é a verdade (João 14:6; Salmos 31:5), Sua lei é a verdade (Salmos 119:142).
Alinhadas acima características
inerentes a Deus e atribuídas também a Sua lei, visto que: os seus mandamentos
descrevem o próprio caráter de Deus e revelam o amor e cuidado dEle pelo homem;
ela é a base de Seu governo e, por intermédio dela, haverá o devido julgamento
da humanidade(e). Não é de admirar que Satanás a
odeie e de todas as formas possíveis tente ocultá-la da mente do homem (Hebreus 8:10-12;Hebreus 10:16-17 cf Jeremias 31:33-34).
Fundamentos do Decálogo
"Amarás o
Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu
entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. Osegundo, semelhante a
este, é: amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e
os Profetas." (Mateus 22:37-40)
Através de falsas interpretações
deste ensino, existe o esforço em substituir o Decálogo por esses dois
mandamentos citados por Jesus. Porém, sem dificuldade alguma, percebe-se a
leviandade nesta tentativa uma vez que os versos de Mateus 22:37-40 são na realidade
a resposta para a pergunta: "Mestre, qual é o grande mandamento na
Lei?"(f). Neste questionamento não se faz
qualquer alusão sobre substituir a lei e seus respectivos preceitos; tanto a
pergunta quanto a resposta estão envolvidas em destacar o mandamento de maior
importância.
Na expectativa de constranger Jesus,
os fariseus interrogaram-nO a respeito dos mandamentos contidos na lei mosaica
e esperavam que Ele indicasse algum que não satisfizesse a pergunta. Mas, se
decepcionaram ao receberem como resposta os dois mandamentos que retêm osprincípios bases de toda a
lei: amor a Deus e amor ao próximo. A lei mosaica em sua totalidade
esta alicerçada sobre estes fundamentos e Jesus simplesmente assinala o que já
era ensinado por ela: "Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu
coração, de toda a tua alma e de toda a tua força. (...) amarás o teu próximo
como a ti mesmo." (Deuteronômio 6:5; Levítico 19:18). Ao contrário do que muitos imaginam, a resposta de Jesus não era algo
novo ou exclusivo do Novo Testamento, e João chama atenção para isso ao dizer:
"(...) peço-te, não como se escrevesse mandamento novo, senão o que
tivemos desde o princípio: que nos amemos uns aos outros." (II João 1:5).
O apóstolo Paulo também refere-se a
este ensino: "(...) não adulterarás, não matarás, não furtarás, não
cobiçarás, e, se há qualquer outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: amarás o teu
próximo como a ti mesmo. O amor não pratica o mal contra o próximo; de sorte
que ocumprimento da lei é o amor." (Romanos 13:9-10). Nota-se ainda
que Paulo exemplifica este assunto citando exclusivamente os mandamentos do
Decálogo, os quais além de estarem fundamentados no princípio do amor, são a
base da lei mosaica(g). O amor a Deus
sempre estará sintetizado na obediência aos quatro primeiros mandamentos do
Decálogo, assim como o amar ao próximo desenvolverá o respeito pelos seis
últimos.
Considerações Finais
A Bíblia revela claramente a
existência do Decálogo (lei de Deus) antes da criação do homem e,
consequentemente, antes de Moisés. Ela foi estabelecida na Terra para toda a
humanidade (Eclesiastes 12:13 cf Mateus 19:17-19). Os descendentes de Abraão, quando foram convocados por Deus para
levarem Seus ensinos as demais nações (Êxodo 19:5-6; Isaías 51:4; Romanos 3:2), já tinham o
conhecimento dessa lei antes dela ser entregue na sua forma escrita no Monte
Sinai.
Deus não é um Criador e Governador de
improviso, que realiza Seus propósitos sem planejamento e desígnio. Ele não
elabora regras conforme o surgimento dos acontecimentos ou das circunstâncias.
E tais afirmativas são confirmadas pelas seguintes declarações: "Eis o
Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!", "(...) Cordeiro que
foi morto desde a fundação do mundo" (João 1:29; Apocalipse 13:8). Esse sacrifício
único e derradeiro foi justamente pelos pecados do homem; pecados que segundo
os ensinos escriturísticos são ocasionados pela desobediência aos princípios do
Decálogo.4
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