22 de janeiro de 2015

Lição 1 - O chamado da sabedoria 27 de dezembro a 3 de janeiro

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Sábado à tarde - Ano Bíblico: Gn 8–11


VERSO PARA MEMORIZAR:

“Pondera a vereda de teus pés, e todos os teus caminhos sejam retos. Não declines nem para a direita nem para a esquerda; retira o teu pé do mal” (Pv 4:26, 27).




Leituras da Semana:

Pv 4; 1Rs 3:9; Mt 13:44; Pv 5; 1Co 10:13; Pv 6:1-19

A ciência tem demonstrado que a audição afeta nossa maneira de andar e que até nosso equilíbrio é influenciado pelo fato de termos uma audição boa ou ruim. Assim, a instrução ou a educação, isto é, aquilo que ouvimos, exerce uma influência fundamental na nossa maneira de viver. “A sabedoria é a coisa principal”, diz Provérbios 4:7 (ARC).

Contudo, não importa quão boa seja a instrução, é preciso que o estudante preste atenção. Com certa ironia, um professor egípcio declarou que “o ouvido do menino está nas suas costas; ele ouve quando apanha”. (Nas obras de arte egípcias, o estudante era frequentemente representado com grandes orelhas nas costas.)

Não é suficiente apenas conhecer o certo e o errado; precisamos saber escolher o certo em lugar do errado. Adquirir sabedoria consiste em ouvir a instrução correta e seguir e obedecer ao que aprendemos, para que não acabemos andando na direção errada.

Promova em sua igreja a aquisição das Meditações Diárias deste ano, do livro Vida e Ensinos e da assinatura da Revista Adventista.

Domingo Ano Bíblico: Gn 12–15

Ouçam, filhos!


1. Leia Provérbios 4. Que verdade prática é encontrada nesse texto, e como podemos aplicar isso à nossa vida ao procurarmos viver em fidelidade a Deus?

O ato de “ouvir” marca o primeiro passo na educação. No pensamento hebraico, a sede da sabedoria ou da inteligência não está localizada no cérebro, mas nos ouvidos. Isso implica que, antes de procurarmos definir ou resolver um problema, primeiro precisamos ouvi-lo. Para compreender o que ouvimos, precisamos ouvir com atenção. Quando Salomão pediu sabedoria, pediu especificamente “um coração que ouve” (1Rs 3:9, tradução literal).

O primeiro ato de sabedoria, portanto, é “ouvir”, o que sugere que a sabedoria vem de uma fonte externa (nesse caso, os pais). Não podemos descobrir a sabedoria por nós mesmos. No âmbito da sabedoria bíblica não existe o conceito de alguém conseguir obter êxito sozinho. A sabedoria é, antes de tudo, algo que recebemos, não algo que produzimos pela nossa própria competência ou que descobrimos pela nossa própria inteligência e raciocínio. A capacidade de prestar atenção (Pv 4:20, NTLH; no hebraico, “colocar o coração”) subentende o envolvimento do coração. Portanto, a busca da sabedoria não é simplesmente uma tarefa fria e objetiva. O coração, que é o âmago do ser e, no pensamento hebraico, a sede das emoções, tem participação na busca da sabedoria.

2. Leia Mateus 13:44 e Jeremias 29:13. Que ligação você vê entre esses versos e a busca da sabedoria expressa em Provérbios 4? 

Como podemos aprender o lugar e o valor correto das emoções em nossa vida espiritual? Suas emoções já conduziram você para uma direção errada? O que você aprendeu com essas experiências?

Participe do projeto “Reavivados por Sua Palavra”: acesse o site http://reavivadosporsuapalavra.org/ 

Segunda Ano Bíblico: Gn 16–19

Proteja sua família


Depois que decidimos andar no caminho da sabedoria, ainda precisamos tomar muito cuidado, porque encontraremos
obstáculos no trajeto (ver 1Pe 5:8). Um dos maiores perigos que enfrentamos está relacionado à nossa família, que
constitui a área mais preciosa, sensível e íntima da vida.

3. Leia Provérbios 5. De quais perigos precisamos nos guardar?

O primeiro perigo está em nós mesmos e tem que ver com nossas palavras. Devemos vigiar nossa língua para ter certeza
de que o que dizemos não transmite uma mensagem imprópria nem contraditória. Aquilo que nossos lábios emitem deve
estar em harmonia com nosso conhecimento e deve refletir nossa compreensão espiritual.

O segundo perigo vem da outra mulher ou do outro homem que cause interferência na família. Embora o texto se refira
ao perigo que vem da mulher “estranha”, a linguagem deve ser entendida em sentido genérico; a tentação pode surgir
de outro homem ou de outra mulher. Qualquer dos dois pode seduzir um dos cônjuges a quebrar os votos matrimoniais;
e quem já não viu o quanto é destrutivo esse pecado?

De acordo com o texto, a melhor maneira de resistir a essas tentações, que muitas vezes começam com palavras
sedutoras, é dar ouvidos às palavras da sabedoria. Quando ouvimos e obedecemos às instruções inspiradas, temos mais
chance de permanecer concentrados nos princípios essenciais e, assim, ser protegidos do adultério ou de qualquer outra
tentação que surgir em nosso caminho.
Devemos também evitar ir ao lugar em que mora a mulher tentadora (Pv 5:10). Não devemos nem nos aproximar da
porta da casa dela (Pv 5:8).

Por fim, talvez a melhor proteção contra a tentação de amar outra mulher, ou outro homem, seja esta: simplesmente
ame seu cônjuge, “a esposa [ou o marido] da sua juventude” (Pv 5:18, NVI). O autor de Eclesiastes deu o seguinte
conselho: “Goza a vida com a mulher que amas, todos os dias de tua vida fugaz, os quais Deus te deu debaixo do sol”
(Ec 9:9). Seja grato pela pessoa que você tem, e assim você não procurará outra.

Leia 1 Coríntios 10:13. Com essa promessa em mente, que medidas práticas e definidas você poderia tomar neste
momento a fim de se proteger contra paixões pecaminosas? 

Terça Ano Bíblico: Gn 20–22 

Proteja sua amizade


Alguém disse certa vez: “Senhor, protege-me dos meus amigos, pois dos meus inimigos eu consigo cuidar.” O livro de
Provérbios contém a preocupação com a vulnerabilidade inerente à amizade; ele nos dá conselhos quanto às maneiras
de conservar nossos amigos e também, se necessário, como nos protegermos deles. A palavra hebraica para “amigo”
também significa “vizinho”, ou seja, aquele que está perto de nós e que já é ou pode se tornar nosso amigo. A
sabedoria bíblica valoriza os relacionamentos humanos e pede que haja consideração e respeito nesses relacionamentos.

4. Leia Provérbios 6:1-5. A que problema Salomão se referiu, e qual é a solução para ele? Que princípio
espiritual importante encontramos aqui?

Ao passo que a Torah exorta as pessoas a ajudar os pobres e a emprestar-lhes dinheiro sem cobrar juros (Êx 22:25), a
sabedoria nos adverte contra o imprudente apoio financeiro a amigos endividados. O dever da caridade não exclui o dever
da justiça (Êx 23:2, 3). Embora precisemos ser generosos quando podemos, seremos sábios se não permitirmos que nossa
caridade se transforme num desastre (veja Pv 22:27).

Essa é a razão do sábio conselho que nos é dado no provérbio. A primeira advertência se aplica às nossas palavras.
É fundamental que avaliemos a situação e nos certifiquemos de que temos recursos para ajudar nosso amigo. Somente
depois disso é que poderemos nos pronunciar e prometer. Na verdade, o afeto do relacionamento ou um momento de
emoção podem fazer com que assumamos um compromisso do qual poderemos nos arrepender depois.

Não importa quão bem intencionado você tenha sido, é essencial pensar antes de agir ao comprometer-se com algo
que não pode cumprir. Porém, se nos colocamos numa situação difícil, precisamos fazer o que pudermos para resolvê-la,
inclusive nos humilharmos, admitirmos nosso erro e pedir que sejamos liberados daquela obrigação.

Como podemos equilibrar nosso desejo de levar as cargas uns dos outros (Gl 6:2) com as palavras que chegam até nós
nesse provérbio?

Quarta Ano Bíblico: Gn 23–25

Proteja seu trabalho


5. Leia Provérbios 6:6-8. O que aprendemos com a formiga?

As formigas não só trabalham arduamente (e até mais do que os seres humanos, se compararmos a carga que elas são
capazes de levar com a que os seres humanos carregam, em proporção ao peso respectivo de ambos), mas ainda
trabalham de forma independente e não precisam ser supervisionadas. A principal razão para trabalharem diligentemente
é o futuro. Elas “preveem” os tempos difíceis (o inverno) e se preparam para isso. Portanto, a formiga nos ensina a
sabedoria de pensar  no futuro ao fazer planos e empreender uma atividade. “Essa é uma questão que exige
consideração por parte de todo pai, professor e estudante, todo ser humano, jovem ou idoso. Não pode ser integral
nem completo nenhum projeto de negócios ou plano para a vida que apenas compreenda os breves anos da existência
presente, e não tome providências para o interminável futuro” (Ellen G. White, Educação, p. 145).

6. Leia Provérbios 6:9-11. O que podemos aprender do contraste entre a formiga e o preguiçoso?

É o preguiçoso que tem algo a aprender com a formiga, e não o contrário: “Vai ter com a formiga, ó preguiçoso,
considera os seus caminhos e sê sábio” (Pv 6:6). Enquanto as formigas estão trabalhando, o preguiçoso está dormindo.
Enquanto as formigas são produtivas na colheita, o preguiçoso fica de braços cruzados, o que é um símbolo de indolência.
As formigas se superam, carregando cargas mais pesadas do que elas mesmas e se preparando para o futuro; o
preguiçoso vive no presente e se ocupa apenas consigo mesmo.

Embora a indolência e a preguiça sejam condenadas, precisamos também nos lembrar de que a vida não consiste apenas
em trabalhar e ganhar dinheiro. De que maneira o sábado, apresentado no contexto da semana de trabalho, nos ajuda
a encontrar o equilíbrio?

Quinta Ano Bíblico: Gn 26, 27

Proteja a si mesmo


Após nos advertir sobre os males específicos que ameaçam três áreas da vida (família, contatos sociais e trabalho), Salomão nos dá uma descrição do homem vil. É uma sátira cheia de ironia e de observações psicológicas incisivas. Os dois poemas (Pv 6:12-15 e 16-19) são paralelos e, com o mesmo ritmo poético de sete coisas mencionadas, abrangem os motivos correspondentes das pessoas descritas. O interior do homem vil é retratado como estando ligado aos pensamentos do coração. Ao mesmo tempo, tudo se torna manifesto pelas práticas exteriores.

7. Leia Provérbios 6:14, 18 e Mateus 15:19. Que ideia importante é transmitida nessas passagens?

“Se condescenderes com vãs imaginações, permitindo que a mente se demore em assuntos impuros, serás, em certo sentido, tão culpada perante Ele como se teus pensamentos fossem levados à ação” (Ellen G. White, O Lar Adventista, p. 334).

8. Que advertências são dadas em Provérbios 6:12-19? 

As imagens usadas são irônicas. A figura do perverso que anda fazendo o mal aparece depois da imagem do preguiçoso que fica deitado (Pv 6:9-11). As duas atitudes parecem diferentes, mas transmitem a mesma lição. Ambos se concentram em seu próprio interior. Nenhum dos dois está interessado na instrução que vem de fora. Ambos seguem a própria sabedoria e as próprias inclinações. Os preguiçosos estão dormindo, e nem seus ouvidos nem seus pés estão atuando; os homens vis têm apenas os pés e a boca atuando, mas os ouvidos, não. O resultado é o mesmo: ambos serão destruídos.

Entretanto, o mal tem dois efeitos: ele prejudica não só as pessoas contra quem é cometido o pecado, mas também o próprio pecador. Os mentirosos acabarão acreditando em suas mentiras. Também é digno de nota que o resultado final da perversidade é a discórdia e o conflito, que também podem afetar a sociedade. De fato, os efeitos do pecado raras vezes ficam restritos ao pecador, se é que alguma vez isso acontece. Outras pessoas são negativamente afetadas.

Os pecados de outras pessoas já afetaram sua vida? Que lições você pode aprender disso quanto ao cuidado que precisa ter para que seus atos não prejudiquem os outros?

Sexta Ano Bíblico: Gn 28–30

Estudo adicional


Leia, de Ellen G. White, O Lar Adventista, p. 326-339: “Normas de Moral”; A Ciência do Bom Viver, p. 489-491: “Em Contato com os Outros”; Educação, p. 117-120: “Outras Lições Objetivas”.

“O estudante da Bíblia deve ser ensinado a se aproximar dela no espírito do aprendiz. Devemos pesquisar suas páginas, não à busca de provas com que manter nossas opiniões, mas com o fim de saber o que Deus diz. [...]

“Uma das principais causas de ineficiência mental e fraqueza moral é a falta de concentração [...] Com a imensa maré de material impresso a derramar-se constantemente do prelo, adultos e jovens formam o hábito da leitura apressada e superficial, e a mente perde sua capacidade para um pensamento contínuo e vigoroso” (Ellen G. White, Educação, p. 189).

“A habitação que as formigas constroem para si revela habilidade e perseverança. Elas podem carregar tão somente um pequenino grão de cada vez, mas pela diligência e perseverança realizam maravilhas.

“Salomão indica a operosidade da formiga como uma censura aos que desperdiçam suas horas na ociosidade, ou em práticas que corrompem a alma e o corpo. A formiga se prepara para as estações futuras; mas muitos que são dotados das faculdades do raciocínio deixam de se preparar para a futura vida imortal” (Ellen G. White, Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, p. 190).

Perguntas para reflexão

1. Como podemos ajudar outros, mesmo a um custo pessoal para nós mesmos? Como vemos o ensino da lição desta semana em contraste com o seguinte verso: “Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos” (Jo 15:13)?

2. Que outras lições podemos extrair do mundo natural para aplicar à nossa vida? Porém, uma vez que estamos neste mundo caído, por que precisamos ser cuidadosos com as lições que extraímos?

3. Leia as sete abominações mencionadas em Provérbios 6:16-19. Por que elas são tão perversas aos olhos de Deus?
Respostas sugestivas: 1. Devemos fazer de tudo para obter a sabedoria, pois dela depende nossa vida; devemos dar ouvidos às palavras sábias e nos afastar do mal. 2. A busca da sabedoria é essencialmente buscar a Deus e ao reino dos Céus. Essa busca deve ser feita com dedicação total e nela devemos colocar todo o coração. 3. Devemos vigiar nossas palavras e fugir do homem ou da mulher que possa vir a se tornar uma ameaça ao nosso casamento. 4. Salomão se refere ao problema de fazermos promessas impensadas que talvez não tenhamos condições de cumprir, especialmente na área financeira. Devemos nos abster dessas promessas, e se já as fizemos devemos reconhecer nosso erro e pedir para ser liberados do compromisso que assumimos. 5. A diligência. 6. A preguiça leva à pobreza. 7. Se permitirmos que nossa mente se demore em pensamentos maus, eles acabarão se transformando em planos maus e, por fim, em atos maus. 8. A perversidade em pensamentos, palavras e atos leva à destruição, pois essas são coisas que o Senhor abomina.

O Regime Cristão II

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porco assado
Porque com fogo e com a sua espada entrará o Senhor em juízo com toda a carne; e os mortos do Senhor serão multiplicados.
Os que se santificam, e se purificam, nos jardins uns após outros; os que comem carne de porco, e a abominação, e o rato, juntamente serão consumidos, diz o Senhor.
Isaías 66:16-17
Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra, e as obras que nela há, se queimarão.
Havendo, pois, de perecer todas estas coisas, que pessoas vos convém ser em santo trato, e piedade,
Aguardando, e apressando-vos para a vinda do dia de Deus, em que os céus, em fogo se desfarão, e os elementos, ardendo, se fundirão?
Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça.
2 Pedro 3:10-13

5 de janeiro de 2015

Estudo Bíblico – Deus Revela o Seu Amor

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Curso deus Revela o Seu de amor
Estudo Bíblico - Deus Revela o Seu Amor (. Com o Pr Roberto Rabello)
Jesus Cristo E o Tema DOS NOSSOS ESTUDOS centrais. Sua vida e ensinamentos de São uma base de Nossa Fé. He identificou-se amplamente com a Família humana Ao assumir a Nossa Natureza e Viver Como Um homem here Neste Mundo. Hoje, apesar de Estar no Céu, He Quer viver em Seu Coração e Transformar a SUA vida.
Assista ágora MESMO o primeiro- iro VÍDEO E COMECE SEUS ESTUDOS.
02 - Um Papai Bíblia: http://youtu.be/-Lc5McH8p6U 
03 - A Oração eA Fé: http://youtu.be/H3KliFWiAII 
04 - Os Sinais da Volta de Jesus: http://youtu.be/XOu1KzmXkJg 
05 - A Volta de Jesus: http://youtu.be/d-Cv2xsmvkk 
06 - A Origem do Mal: http://youtu.be/x7m69MGzFpU 
07 - A Salvação: http://youtu.be/oKURjLxlPXA 
08 - O Perdão: http://youtu.be/HcfcOCIO9Dw 
09 - O Juízo: http://youtu.be/F_di485jTNU 
10 - A Lei de Deus: http: // youtu.be/I9uI5T-AOwc 
11 - O Dia do Descanso: http://youtu.be/VpE4Vh_dSo8 
12 - A Guarda do Sábado: http://youtu.be/uPE_4_cIXTI 
14 - A Igreja: http://youtu.be/5QzMghbkrFw 
15 - O Dom de Profecia: http://youtu.be/ipzhSK-HHws 
16 - O Batismo: http://youtu.be/ OC5bfeEEnsg 
17 - O Sustento da Igreja: http://youtu.be/3SJSwH9GiVg 
18 - A Hora de Dizer "Sim" para Jesus: http://youtu.be/PJqbacCCSok 
19 - A Nova Terra: http: // youtu. ser / ejMewy3PPCM 
20 - O Milênio: http://youtu.be/Z0J4P1YWngY 
21 - Espíritos Enganadores: http://youtu.be/V9vTZSTDQ2g 
22 - Saúde Total: http://youtu.be/qxaJVRcjNS8 
23 - Vida Cristã: http://youtu.be/HxuM7p3snMo 
24 - O Santuário: http://youtu.be/bOcmKRxbPbU 
25 - O Pecado Imperdoável: http://youtu.be/2j7rYnrPk2s 
 

Encontre Uma Igreja Adventista do Sétimo Dia proximo a casa sua: http://www.encontreumaigreja.com.br/
Deus o abençoe.

Fonte - Publicado em    POR   

29 de dezembro de 2014

Estudando os Provérbios por 3 meses

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proverbios
Começa nesse sábado, 27, estudo mundial sobre um dos livros mais falados da Bíblia Sagrada: Provérbios. O livro bíblico é conhecido como um verdadeiro testemunho de sabedoria e foi escrito em uma linguagem bastante interessante com frases curtas e objetivas. Entre os autores dessas “pílulas” de conhecimento estão o famoso rei Salomão, sábios não identificados do antigo Oriente e Agur. O livro ainda reconhece contribuições do rei Ezequias.
O estudo acontecerá na maioria das congregações adventistas do mundo durante três meses. Participam desse estudo membros da denominação e mesmo pessoas que apenas querem aprender mais. A cada semana, o estudo é recapitulado em grupos de discussão, que geralmente ocorrem aos sábados de manhã, nas igrejas adventistas, durante um programa chamado Escola Sabatina.
Na Internet, foram gravados vídeos que orientam esse estudo. O pastor Edson Nunes, professor de Teologia do Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp – campus Engenheiro Coelho) explica, em um dos primeiros vídeos, que a sabedoria apresentada no livro tem a ver com algo conquistado a partir do relacionamento com Deus. “A leitura desse livro certamente dará sentido a nossa vida cristã, por isso possibilitamos diferentes meios para se estudar essa lição”, comenta o pastor Edison Choque, diretor sul-americano da Escola Sabatina. [Equipe ASN, da Redação]

14 de dezembro de 2014

Está Escrito - O Dragão Está Irado - Pr. Ivan Saraiva

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Descubra você mesmo a verdade, comparando uma com as outras dentro da bíblia...

8 de dezembro de 2014

Lições Adultos Carta de Tiago

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Lição 11 - Preparando-se para a colheita

Sábado à tarde



VERSO PARA MEMORIZAR:

“Sede vós também pacientes e fortalecei o vosso coração, pois a vinda do Senhor está próxima” (Tg 5:8).

Leituras da Semana:

Tg 5:7-12; Rm 13:11; 1Co 3:13; Lc 7:39-50; Cl 4:6 

Nos tempos greco-romanos (assim como em alguns lugares ainda hoje), um turbilhão de atividades precedia a chegada de um dignitário visitante. Ruas eram preparadas, vitrines de lojas eram limpas, flores eram plantadas e a prevenção da criminalidade aumentada. Todo esforço era dirigido para garantir que o lugar parecesse perfeito quando a autoridade chegasse.

A palavra grega parousia, usada em Tiago 5:7, 8 e em todo o Novo Testamento para se referir à “vinda” de Cristo, é uma expressão técnica para a chegada de um rei ou dignitário. Se tais preparações precediam a chegada de governantes terrestres, não devemos fazer todos os esforços para preparar nosso coração para a vinda de nosso Senhor e Salvador?

Mas como podemos nos preparar se não sabemos o “dia e hora” (Mt 24:36)? Que significa o fato de que devemos ser pacientes e fortalecer nosso coração? Como isso se relaciona com a ideia da “chuva temporã e serôdia” (Tg 5:7)? Embora nos textos para esta semana o contexto pareça ser o fim dos tempos, a mensagem básica é igualmente relevante para os cristãos em qualquer época. Ao longo da nossa história e até mesmo em nossa vida agora, enfrentamos provações e sofrimento que exigem que permaneçamos firmes na fé, como fizeram os profetas do passado.

Ajude a formar novos missionários: encoraje os jovens de sua igreja a participar da colportagem evangelística e realizar o sonho de estudar em nossos colégios.


Domingo


Esperando a “chuva”


Os agricultores dependem diretamente das condições do tempo para sua subsistência. Se o clima estiver muito seco ou muito chuvoso, muito frio ou muito quente, sua lavoura será prejudicada. Nos países mais secos, como Israel, a margem de segurança é ainda menor, e a importância de chuva abundante nos tempos apropriados é significativamente maior. Seja cultivada em uma pequena fazenda da família ou numa grande propriedade, a colheita e seu valor subsequente dependem diretamente da chuva.

A chuva temporã, que geralmente cai em outubro e novembro, umedece o solo e o prepara para o plantio e germinação. A chuva serôdia, por volta de março ou abril, amadurece o produto para a colheita.

1. Leia Tiago 5:7 (compare com Dt 11:14; Jr 5:24; 14:22; Jl 2:23). Que ponto essas passagens do Antigo Testamento apresentam sobre a chuva? Por que Tiago usou essa imagem em conexão com a vinda do Senhor? Veja também 
Os 6:1-3; Jl 2:28, 29

“Sob a figura das chuvas temporã e serôdia, que caem nas terras orientais ao tempo da semeadura e da colheita, os profetas hebreus predisseram a dotação de graça espiritual em medida extraordinária à igreja de Deus. O derramamento do Espírito nos dias dos apóstolos foi o começo da primeira chuva, ou temporã, e glorioso foi o resultado. [...] Perto do fim da ceifa da Terra, uma especial concessão de graça espiritual é prometida a fim de preparar a igreja para a vinda do Filho do homem. Esse derramamento do Espírito é comparado com a queda da chuva serôdia; e é por esse poder adicional que os cristãos devem fazer suas petições ao Senhor da seara ‘no tempo da chuva serôdia” (Zc 10:1, ARC; Ellen G. White, O Cuidado de Deus, p. 212).

Jesus Se referiu à “ceifa” no “fim do mundo” (Mt 13:39). Marcos 4:26-29 apresenta um quadro muito semelhante ao de Tiago 5:7. O agricultor espera que o grão amadureça: “primeiro a erva, depois, a espiga, e, por fim, o grão cheio na espiga.

E, quando o fruto já está maduro, logo se lhe mete a foice, porque é chegada a ceifa” (Mc 4:28, 29). Só na época da colheita é possível fazer distinção entre o trigo e o joio (Mt 13:28-30; comparar com Ml 3:17, 18).

Como devemos viver nossa fé agora, antes da colheita?

Participe do projeto “Reavivados por Sua Palavra”: acesse o site http://reavivadosporsuapalavra.org/


Segunda



Será que está realmente “próxima”?


Tiago 5:8 afirma que a vinda de Cristo está “próxima” ou que ocorrerá “logo” (NTLH). Mas, depois de quase dois mil anos (tomando como ponto de partida o ministério de Cristo ou a data em que a epístola foi escrita), como devemos entender essa promessa?
Jesus descreveu o futuro reino (Mt 4:17; 10:7; 24:33) por meio de parábolas para ensinar em termos compreensíveis as “coisas celestiais”. Um minucioso estudo dessas parábolas revela que o reino tem dois aspectos: a realidade espiritual, no presente, e a realidade gloriosa, ainda no futuro. Todos os apóstolos fixaram sua esperança na vinda iminente de Jesus (Rm 13:11; Hb 10:25; Tg 5:9), mas eles nunca identificaram exatamente quando isso ocorreria. Queriam saber quando seria, mas Jesus explicou que não era conveniente que eles tivessem essa informação (At 1:6, 7). Afinal, quão zelosos eles seriam em compartilhar o evangelho se soubessem que a obra não estaria concluída em quase dois mil anos?

2. O que Tiago quis dizer ao declarar: “Fortalecei o vosso coração” (Tg 5:8)? Por que o esperado fruto é chamado “precioso” (timios; v. 7)? Veja 1Ts 3:13; 2Ts 3:3; 1Pe 1:19; 1Co 3:12

A palavra fortalecer ou [estabelecer] vem do termo grego stērizō, que significa “fixar firmemente” ou “fortalecer”. Nosso coração deve estar tão apegado ao Senhor que não possa ser movido, apesar das pressões contra ele. Ser confirmado na verdade (2Pe 1:12), resistir às tentações e suportar provas e sofrimento por causa de nossa fé (At 14:22): tudo contribui para o fortalecimento do coração.

O crescimento espiritual é um processo que nem sempre é fácil, mas que produz o “precioso fruto”. Os crentes, redimidos pelo “precioso [timios] ... sangue de Cristo” (1Pe 1:19), são de valor infinito para o “Agricultor” celestial. A palavra timios também é usada para descrever as “pedras preciosas” que simbolizam os cristãos que são “edificados” em Cristo, a Pedra fundamental do templo espiritual de Deus, a igreja (1Co 3:11, 12). Por outro lado, Paulo compara os crentes instáveis a madeira, feno e palha, que não duram e, finalmente, serão consumidos pelo fogo na vinda de Cristo (1Co 3:12-15). Portanto, é importante perguntar a nós mesmos, se nossas energias estão realmente voltadas para o que e quem é mais precioso para nós.

“Manifesta se tornará a obra de cada um; pois o Dia a demonstrará, porque está sendo revelada pelo fogo; e qual seja a obra de cada um o próprio fogo o provará” (1Co 3:13). Considere sua vida. Que tipo de obra ela demonstra?


Terça


Queixas, murmurações e crescimento


Quando será a segunda vinda de Jesus? Por que ainda estamos aqui? Não é de surpreender que agora, no século 21, tenhamos céticos e escarnecedores.

Na história da igreja, isso não é novidade. As ameaças mais perigosas para Israel ao longo de sua história não vieram de seus inimigos, mas de suas próprias fileiras e do próprio coração do povo. Da mesma forma, à medida que se aproxima a vinda do Senhor, “temos muito mais a temer de dentro do que de fora. [...] A incredulidade com que se contemporiza, as dúvidas expressas, as sombras acariciadas, animam a presença dos anjos maus e abrem o caminho para a execução dos ardis de Satanás” (Ellen G. White, Eventos Finais, p. 156).

3. Tiago 5:9 adverte: “Irmãos, não vos queixeis uns contra os outros, para que não sejais condenados. Eis que o juiz está à porta.” Você teve queixas ou lamentações contra pessoas, ou contra a igreja? Havia uma boa causa para isso? Você lidou com o assunto com mansidão, humildade e perdão, como Deus lida conosco (Lc 7:39-50), ou usou os padrões do mundo?

Pelo que lemos anteriormente nessa epístola, parece que havia sérios desafios entre os fiéis, incluindo favoritismo [ou acepção de pessoas] (Tg 2:1, 9), perversos pensamentos (2:4), maledicência de uns para com os outros (3:10; 4:11), inveja (3:14), contendas (4:1) e mundanismo (4:4, 13, 14). De forma consistente, Tiago nos conduz a soluções profundas para esses problemas: a fé (Tg 1:3, 6), “a palavra implantada” (Tg 1:21, NVI), contemplação da “lei da liberdade” (Tg 1:25, 2:12), determinação e sabedoria divina (Tg 3:13, 17), graça (Tg 4:6), mãos limpas e coração puro (Tg 4:8). Ele também insiste em que haja manifestações exteriores das operações de Deus no interior (Tg 2:14-26), incluindo visitar os aflitos e esquecidos (Tg 1:27), mostrando misericórdia (Tg 2:13) e semeando a paz em vez de discórdia (Tg 3:18).

Finalmente, somos responsáveis perante Deus. Aquele a quem temos que prestar contas é o Senhor, que é o Juiz e que dará a cada um segundo as suas obras.

Enquanto esperamos a volta do Senhor, de que forma você pode incentivar e elevar os outros? Por que é importante que você faça isso?


Quarta


Modelos de paciência


4. Leia Tiago 5:10, 11. O que Jó e os profetas têm em comum? Porque esses exemplos são destacados? Que lições podemos tirar de suas histórias para nós mesmos em meio às nossas provações?

Os profetas de Israel foram fiéis na pregação da palavra do Senhor, sem alterá-la nem comprometê-la. Ao exaltar a fidelidade dos profetas a Deus, o livro aos Hebreus pinta um quadro claro: Eles “fecharam a boca de leões [Daniel]. Extinguiram a violência do fogo [Sadraque, Mesaque e Abede-Nego], escaparam ao fio da espada [Elias e Eliseu] [...] Passaram por prisões [Jeremias e Micaías]. Foram apedrejados [Zacarias, filho de Joiada], [...] serrados pelo meio [Isaías] e mortos a fio de espada” (Hb 11:33-37; ver também 1Rs 19:10). Os sofrimentos de Jó são também notórios, como é a paciência que ele exemplificou apesar do escárnio da própria esposa e da censura daqueles que o visitaram para se solidarizar com ele.

O que separa esses heróis da fé e muitos outros cristãos do comum ou medíocre seguidor de Deus? Tiago menciona várias qualidades: paciência, perseverança e, acima de tudo, esperança e confiança em Deus.

Um dos atributos é “paciência” (makrothymias), também traduzida como “longanimidade” ou “perseverança”. Refere-se à capacidade de resistir sob circunstâncias difíceis e provações, para superar tudo o que a vida, ou o diabo, lançar em nós. Os profetas suportaram todo seu sofrimento pela palavra de Deus com paciência (Tg 5:10). Essa palavra é usada com frequência no Novo Testamento, inclusive em uma referência a Abraão, durante seus muitos anos de peregrinação, esperando “com paciência” que Deus cumprisse Sua promessa de lhe dar um filho (Hb 6:12, 15). Ela também descreve Jesus suportando pacientemente todos os Seus sofrimentos e morte na cruz (2Pe 3:15).

Perseverança (hypomon), por outro lado, concentra-se no objetivo final desse processo, olhando para a linha de chegada. Jó é apresentado como modelo dessa qualidade. Apesar de tudo o que sofreu, Jó olhava firmemente para a vindicação final que esperava receber (Jó 14:13-15; 19:23-27).

Você orou pedindo algo que ainda não ocorreu? Costuma ter um sentimento de desânimo? Pense nas provações de alguns dos personagens bíblicos; imagine como eles se sentiram impotentes nessas situações. O que você pode aprender com o sofrimento deles que poderia ajudá-lo a enfrentar suas aflições?



Quinta


Claro como a luz solar


Leia Tiago 5:12. Comentaristas ficam intrigados quanto à razão pela qual Tiago parece tornar o juramento solene uma questão importante. Mesmo que a intenção fosse proibir toda declaração desse tipo, por que isso parece ser exortado como algo tão importante, “acima de tudo” que ele havia falado nesse capítulo, ou talvez em toda a carta? Será que esse era realmente um problema tão grande?
Precisamos ter em mente o que temos visto ao longo de nosso estudo dessa epístola: Tiago não se contentava com uma fé superficial nem com a forma da religião, apesar dos preconceitos existentes com relação a ele. Tiago era totalmente orientado para o evangelho, tanto que ele estabeleceu padrões muito altos para alcançarmos, a não ser com a ajuda da divina graça que perdoa e capacita. Nossas palavras revelam o que está em nosso coração: “A boca fala do que está cheio o coração” (Mt 12:34). A teologia de Tiago é permeada com o pensamento de Jesus, que nos ordenou: “De modo algum jureis; nem pelo Céu, por ser o trono de Deus; nem pela Terra, por ser estrado de Seus pés; nem por Jerusalém, por ser cidade do grande Rei” (Mt 5:34, 35). Algumas pessoas aparentemente até colocavam os próprios cabelos em penhor para garantir suas palavras (v. 36). Mas Jesus disse que tudo isso era errado: “Seja, porém, a tua palavra: Sim, sim; não, não” (Mt 5:37).

Tudo pertence a Deus, incluindo todos os cabelos da nossa cabeça. Por isso “não há coisa alguma que, como se fora nossa mesma, tenhamos o direito de empenhar para o cumprimento de nossa palavra. [...]

“Tudo quanto os cristãos fazem deve ser tão transparente como a luz do Sol. A verdade é de Deus; o engano, em todas as suas múltiplas formas, é de Satanás” (Ellen G. White, O Maior Discurso de Cristo, p. 66, 68). Evidentemente, Cristo não estava proibindo juramentos judiciais, porque Ele mesmo, quando colocado sob juramento pelo Sumo Sacerdote, não Se recusou a responder, nem condenou o processo, apesar dos numerosos desvios da correta jurisprudência (Mt 26:63, 64).

Ao falar a verdade, é preciso ter várias coisas em mente. Em primeiro lugar, normalmente não conhecemos toda a verdade, até sobre nós mesmos. Por isso, devemos ser humildes. Em segundo lugar, quando falamos a verdade, ela sempre deve ser proferida com amor e para a edificação dos que a ouvem.

5. Leia Efésios 4:15, 29 e Colossenses 4:6. Pense e ore sobre a mensagem desses textos. Quão diferente (e melhor) seria sua vida se você, pela graça de Deus, seguisse estritamente essas exortações?



Estudo adicional


Sobre as experiências de Elias e Jó em tempos de provação e sua importância para nós nos últimos dias, leia, de Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 155-166: “De Jezreel a Horebe”; p. 167-176: “Que Fazes Aqui?”; p. 177-189: “No Espírito e Virtude de Elias”.

“Esperar pacientemente, confiar quando tudo parece escuro, eis a lição que os líderes na obra de Deus necessitam aprender. O Céu não lhes faltará no dia da adversidade. Nada está aparentemente mais ao desamparo, mas na realidade mais invencível, do que aquele que sente sua nulidade, e confia inteiramente em Deus. [...]

“Sobrevirão provas; mas prossiga avante. Isso fortalecerá sua fé e o preparará para o serviço. Os registros da história sagrada estão escritos, não meramente para que possamos ler e nos maravilhar, mas para que a mesma fé que atuou nos servos de Deus do passado possa atuar em nós (Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 174, 175).

Perguntas para reflexão

1. Trigo e joio crescem juntos até a colheita (Mt 13). O que isso significa em termos de disciplina da igreja? O que significa no contexto de franca rebelião ou apostasia em nossas fileiras? Devemos ficar olhando as coisas acontecerem, dizendo que tudo será resolvido quando o Senhor voltar? Obviamente, não. A luz de exemplos em que a disciplina foi necessária na igreja primitiva, como entre os coríntios e gálatas, como lidar com o joio, especialmente aqueles cujo propósito parece ser o de sufocar o trigo?

2. Que promessas foram confortadoras para você? Que personagens bíblicos têm sido mais significativos para você em tempo de dificuldade?

3. Tiago diz que não devemos nos queixar uns dos outros (Tg 5:9). Como podemos aprender a amar, perdoar, suportar e superar as coisas “insignificantes” que podem nos tornar mal-humorados, irritados e, realmente, más testemunhas?

Dia de distribuição de folhetos adventistas – a razão do impacto quase zero

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Impacto em Palmas Tocatins

O dia que a Igreja Adventista sai para as ruas, distribuindo folhetos ou livros é um dos pontos altos do evangelismo anual. Mas os livros vão e os membros não chegam. Onde se poderia conseguir 50 estudos bíblicos, se consegue 1. Por que?

Devemos elogiar os materiais utilizados. Os folhetos e os livros são bons. Os estudos bíblicos impressos são ótimos! Tudo é gratuito! E porque a maioria das pessoas não se interessa? Vamos as respostas:

1- Os adventistas saem despreparados para um debate sobre sua fé. Entregam o folheto ou o livro com mensagens simples: “jesus te ama”, jesus voltará” etc. Vivemos em um país cristão. Isso não chama a atenção das pessoas!

2- As igrejas evangélicas e católicas estão lotadas! Eles não precisam saber que Jesus te ama ou que Jesus voltará. Eles já sabem, nem que superficialmente ou através de falsas doutrinas [como do arrebatamento secreto]!

3- Argumentos pobres não são suficientes para convencer alguém a deixar sua religião cristã e simplesmente ir para outra.

O que deve ser feito então?

a) A saída às ruas deve ser feita para pregar, não para entregar livros. A entrega é a parte secundária: O último apelo, quando a mensagem falada não foi aceita.

b) Deve-se sair para pregar a mensagem bíblica adventista, de preferencia a mensagem de saúde, a mensagem da ressurreição (que bate contra o espiritismo e a veneração a santos e anjos) e a mensagem dos 3 anjos. Fora isso não há necessidade de sair. O resto já foi escutado nas igrejas comuns.

Chegamos a conclusão que a entrega simples de material pouco serve. A entrega de material deve vir APÓS a pregação. Também vimos que a pregação de assuntos mornos e repetitivos que as pessoas comuns já escutam em suas igrejas caídas, também não oferece impacto algum. O que pode impactar é a mensagem que difere o adventismo. (3 anjos, mensagem de saúde e ressurreição).


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