| Estudos Bíblicos |
certa vez perguntou a um ateu se ele em algum momento de sua vida lutara contra a idéia, mesmo que por alguns instantes, de que talvez realmente existisse um Deus.
"Com certeza!" disse o ateu, surpreendendo a Jim. "Anos atrás, quando meu primeiro filho nasceu, eu quase me tornei um crente em Deus. Ao olhar para aquele ser humano tão pequeno e tão perfeito deitado ali no berço; ao ver aqueles dedos em miniatura se mexendo e perceber que aqueles pequenos olhos começavam a me reconhecer, eu passei por um período de vários meses de reflexão, durante os quais eu quase deixei de ser ateu. Ver meu filho pequeno quase me convenceu de que tinha de haver um Deus".
1. TUDO O QUE É PROJETADO TEM UM PROJETISTA
A maneira pela qual o corpo humano é constituído e funciona demanda a existência de um projetista. Os cientistas nos dizem que o cérebro é capaz de armazenar e relembrar de milhares de imagens mentais, de solucionar problemas, apreciar a beleza, compreender a si mesmo, e desejar desenvolver-se melhor. As descargas elétricas que se originam no cérebro controlam toda a atividade muscular de nosso corpo. Os computadores também funcionam através de impulsos elétricos. Contudo, foi necessária uma mente humana para inventar o computador, e um ser humano para construí-lo e dizer-lhe o que fazer. Não é de admirar que o salmista concluiu que o corpo humano fala em claro e bom som acerca de um maravilhoso Criador:
"Eu Te louvo porque me fizeste de modo especial e admirável. Tuas obras são maravilhosas! Digo isso com convicção." Salmo 139:14 (A não ser quando indicado, todos os textos bíblicos da série DESCOBERTAS BÍBLICAS são da Nova Versão Internacional [NVI]).
Não precisamos ir muito longe para encontrarmos as "obras" de Deus. A complexa maneira pela qual são constituídos o cérebro humano e os outros órgãos de nosso corpo são "obras" de Deus, e apontam para um projetista infinitamente habilidoso.
Nenhuma bomba de pressão construída pelo homem pode se comparar ao coração humano. Nenhuma rede de computação pode se igualar ao sistema nervoso. Nenhum sistema televisivo é tão eficiente quanto a voz humana, o ouvido e o olho. Nenhum aparelho central de ar condicionado e sistema de aquecimento podem se comparar com o trabalho feito por nosso nariz, pulmões, e pele. A complexidade do corpo humano sugere que alguém o projetou, e esse Alguém é Deus.
O corpo humano é um sistema completo de órgãos - todos interligados, todos cuidadosamente preparados para tal. Os pulmões e o coração, nervos e músculos, todos executam tarefas extremamente complicadas que dependem de outras tarefas incrivelmente complicadas.
Se você marcasse dez moedas, de um a dez, colocasse-as em seu bolso, balançasse bastante o bolso, e então as tirasse, na sorte, e as colocasse de volta, uma a uma, na ordem numérica exata, qual a probabilidade, na sua opinião, de que isso pudesse ocorrer? Pela lei matemática, você tem apenas uma chance em dez bilhões de tentativas, para que consiga colocá-las de volta na ordem de um a dez.
Agora, considerem as chances de que um estômago, um cérebro, um coração, um fígado, as artérias, veias, rins, ouvidos, olhos, e dentes todos se desenvolvam juntos, e comecem a funcionar ao mesmo tempo.
Qual é a explicação mais razoável para a constituição do corpo humano?
"Então disse Deus: 'Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança… CRIOU DEUS O HOMEM À SUA IMAGEM,... homem e mulher os criou." Gênesis 1:26, 27
O primeiro homem e a primeira mulher não poderiam ter aparecido por acaso. A Bíblia afirma que Deus nos projetou à Sua imagem. Ele pensou em nós e nos trouxe à vida.
2. TUDO O QUE É FEITO TEM UM CRIADOR
As evidências a favor de Deus não são confinadas apenas ao nosso corpo; elas também estão espalhadas pelos céus. Deixe para trás as luzes da cidade, e olhe para cima, para um céu estrelado. Aquela nuvem a que chamamos Via Láctea na verdade é uma galáxia formada por bilhões de sóis brilhantes, parecidos com o nosso sol. Inclusive, nosso sol e seus planetas são apenas uma parte da Via Láctea. Nossa Via Láctea é apenas uma das aproximadamente cem bilhões de galáxias que podem ser vistas através dos telescópios gigantes da terra, e através do telescópio Hubble, da Nasa, que cruza o espaço.
Não é de admirar o salmista ter afirmado que as estrelas falam de um glorioso Criador:
"Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra de suas mãos." Salmo 19:1.
O que podemos razoavelmente concluir ao olhar para a complexidade e a vastidão do universo?
"No princípio criou Deus os céus e a terra." Gênesis 1:1.
"Ele é antes de todas as coisas, e nEle tudo subsiste." Colossenses 1:17.
Toda a criação testifica de Deus, o Projetista Mestre do Universo e Infinito Criador. Na simplicidade das palavras "No princípio, Deus..." encontramos a resposta para o mistério da vida. Há um Deus que criou tudo o que existe.
Muitas das maiores mentes científicas de hoje acreditam em Deus. Dr. Artur Compton, vencedor de um Prêmio Nobel de Física, comentando sobre esse verso das escrituras, certa vez disse:
"Para mim, a fé começa com a percepção de que há uma inteligência superior que deu vida ao universo e criou o homem. Não é difícil ter fé, pois não há dúvidas de que onde há ordem, deve haver uma inteligência divina. Um universo ordenado, em expansão testifica a verdade da mais gloriosa frase já dita: 'No princípio, Deus.' "
A Bíblia não busca provar a Deus - ela declara Sua existência. Dr. Artur Conklin, um renomado biólogo, escreveu certa vez: "A probabilidade de que a vida tenha se originado de um acidente é comparável à probabilidade de que um dicionário não abreviado tenha surgido à partir da explosão de uma gráfica."
Sabemos que os seres humanos não podem fazer algo à partir do nada. Construímos coisas, inventamos coisas, ajuntamos coisas, mas nunca demos vida a nada, nem mesmo um pequeno sapo ou uma simples flor. As coisas ao nosso redor clamam que Deus projetou, criou e sustém o universo. A única resposta acreditável para a origem do universo, desse mundo, e dos seres humanos é DEUS.
3. DEUS SE RELACIONA PESSOALMENTE COM AS PESSOAS
O Deus que projetou os céus estrelados e que criou o universo, também busca estabelecer um relacionamento pessoal conosco. Ele teve um relacionamento pessoal com Moisés: "O Senhor falava com Moisés... como quem fala com seu amigo" (Êxodo 33:11). Ele também deseja entrar num relacionamento pessoal com você e se tornar seu Amigo. Jesus prometeu para aqueles que O seguissem: "Vocês serão meus amigos" (João 15:14).
Todos já nos deparamos com a idéia de que existe um Deus, pois os seres humanos são naturalmente religiosos. Nenhum animal jamais construiu um altar para adoração. Ainda assim, em todos os lugares em que você encontra homens e mulheres, você encontra culto e adoração. No profundo do coração humano há um desejo natural de adorar, uma consciência da realidade de Deus, e um desejo de se tornar amigo dEle. Quando respondemos a esse anseio e encontramos a Deus, não há mais dúvidas sobre Sua existência e nossa necessidade.
Durante a década de 1990, milhões de ateus na Rússia renunciaram ao ateísmo e buscaram a Deus. Um professor universitário em São Petesburgo afirmou algo que tipifica os comentários feitos por muitos ateus transformados da ex- União Soviética.
"Procurei o sentido da vida em minhas pesquisas científicas, mas não encontrei nada em que confiar. Os cientistas a minha volta têm o mesmo sentimento de vazio. Ao olhar para a vastidão do universo em meus estudos sobre astronomia e ao perceber o vazio da alma, senti que deve haver um sentido para tudo isso. Então, recebi a Bíblia que vocês me deram e comecei a lê-la. O vácuo de minha vida foi preenchido. Eu descobri que a Bíblia é a única fonte confiável para minha alma. Eu aceitei a Jesus como meu Salvador e encontrei a verdadeira paz e satisfação na vida".
Um cristão crê em Deus porque ele ou ela já O encontrou e descobriu que Ele satisfaz os anseios mais profundos do coração. O Deus que os cristãos alegremente descobriram que existe, é capaz de nos dar uma nova perspectiva, um novo significado, novos motivos e novas alegrias.
Deus não promete uma vida livre de problemas e conflitos. Por outro lado, Ele nos assegura que nos guiará e nos susterá se estabelecermos um relacionamento pessoal com Ele. Milhões de cristãos podem testificar que desistiriam de tudo ao invés de voltar para uma vida sem Deus.
Essa é a coisa mais maravilhosa de todas - o Deus Todo-Poderoso que nos projetou, nos criou, e sustém o universo também deseja ter um relacionamento pessoal com cada homem e mulher, menino e menina. Davi estava maravilhado com isso quando escreveu:
"Quando contemplo os Teus céus, obras dos Teus dedos, a lua e as estrelas que ali firmaste, pergunto: 'Que é o homem para que com ele te importes?'". Salmo 8:3, 4
Nosso Criador está "atento" a cada um de nós. Ele tem um interesse tão pessoal em você como se você fosse o único ser a quem Ele tivesse criado.
Portanto, podemos crer em Deus: (1) Por causa da complexidade de tudo o que Ele criou em nós; (2) Por causa do desejo dentro de nós que nos deixa inquietos até que encontramos descanso nEle; e, (3) Porque quando O buscamos e O encontramos, Deus satisfaz cada necessidade e anseio que temos - abundantemente!
4. QUE TIPO DE DEUS ELE É?
É razoável pensar que um Deus pessoal desejaria Se revelar aos Seus seres criados como um pai deseja que seus filhos o conheçam. E, na Bíblia, Deus nos diz quem e como Ele é.
Que padrão Deus usou para criar os homens e as mulheres?
"Criou Deus o homem à Sua imagem, à imagem de Deus o criou". Gênesis 1:27
Já que somos feitos à imagem de Deus, nossas capacidades de refletir e sentir, de lembrar e de ter esperança, de ponderar e analisar - enfim, tudo é derivado dEle.
Qual é o traço predominante em Deus?
"Deus é amor" I João 4:8.
Deus se relaciona com o ser humano baseado em seu próprio coração de amor. Não há nada que Ele tenha feito ou que fará que não seja motivado por um amor altruísta e de sacrifício.
5. DE QUE MANEIRA JESUS REVELA O CARÁTER DE DEUS
Na Bíblia, Deus repetidamente fala de Si mesmo como um pai.
"Não temos todos o mesmo Pai? Não fomos todos criados pelo mesmo Deus?" Malaquias 2:10.
Alguns pais que vemos atualmente são qualquer coisa menos desejáveis. Há pais negligentes e abusivos. Deus não é assim. Ele é um Pai sensível e protetor. Ele é o tipo de Pai que adora brincar com seu filho ou sua filha, o tipo de Pai que encanta seus filhos ao contar-lhes maravilhosas histórias na hora de dormir.
Nosso Pai de amor queria fazer mais do que Se revelar através das palavras da Escritura. Ele sabia que alguém que vive conosco é muito mais real do que alguém de quem apenas ouvimos falar ou sobre quem lemos num livro. Por isso, Ele veio ao mundo como uma pessoa real - a pessoa de Jesus.
"[Jesus] é a imagem do Deus invisível, o primogênito". Colossenses 1:15.
Por isso, se você já viu a Jesus, você já viu a Deus. Ele se humilhou ao nosso nível - tornando-se como nós - para que pudesse nos ensinar como viver e ser feliz, e para que pudéssemos ver como Deus realmente é. Jesus é a imagem visível de Deus. Ele mesmo disse: "Quem Me vê, vê o Pai". (João 14:9).
Ao ler a história de Jesus nos quatro evangelhos, os primeiros quatro livros do Novo Testamento, você vai descobrir um retrato fascinante de nosso Pai celestial. Pescadores rudes largaram suas redes para seguir a Cristo, e crianças pequenas concorriam entre si para receber Sua bênção. Ele confortava o pecador mais arrasado e desarmava o maior legalista e hipócrita. Ele curava tudo, desde cegueira até lepra. Em todos os Seus atos, Jesus demonstrou que Deus é amor! Ele supria a necessidade humana de uma maneira que ninguém nunca tinha feito antes dEle - e nem fez depois!
A revelação final de Jesus sobre como é Deus aconteceu na cruz.
"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deus o Seu Filho Unigênito, para que todo o que nEle crer, não pereça, mas tenha a vida eterna." João 3:16.
Jesus morreu não apenas para nos dar uma vida mais feliz, mas também para nos dar uma vida eterna. Por muitos anos as pessoas se maravilharam, aguardaram e sonharam com Deus. Elas viram as obras das Suas mãos no céu e nas maravilhas da natureza. Então, na cruz, Jesus quebrou o silêncio de tantas eras, e as pessoas perceberam que estavam olhando para a própria face de Deus, vendo Ele como realmente era - AMOR... amor eterno e imortal!
Você pode descobrir Deus agora mesmo através da revelação de Jesus. Essa descoberta conduzirá você a fazer uma afirmação muito pessoal: "PAI, EU TE AMO!".
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18 de outubro de 2012
Estudo Nº 06 - Capítulo 01 - Podemos Crer em Deus? Deus existe? onde está Deus?
14 de outubro de 2012
Impacto Esperança - Pr. Alejandro Bullón
Pr. Alejandro Bullón fala sobre a missão do evangelista, a missão da igreja e sobre o Evangelismo via satélite direto São Paulo, em novembro.
Campori em Foz do Iguaçu
Afiliada da Globo em Foz do Iguaçu grava reportagem sobre acompamento que vai reunir 8 mil jovens em barracas no feriado.
Oito mil jovens do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná trocam suas casas por barracas no feriado. Eles participam de um evento na cidade de Foz do Iguaçu, onde foi montada uma grande estrutura para abrigar o acampamento com mais de duas mil barracas.
O público supera o número de habitantes de boa parte dos municípios paranaenses - segundo Censo do IBGE, dos 399 existentes no estado, quase metade (181 municípios) têm população menor que esse grupo.
Eles trocam o conforto dos hotéis da Fronteira por uma hospedagem diferente: dormir em barracas durante quatro dias numa área de acampamento de 80 mil m².
Até quem mora em Foz do Iguaçu e região prefere ficar com o grupo. Afinal, um acampamento com tantos jovens promove abertura para novas amizades e reencontros. De acordo com a coordenação do Campori de Jovens, 400 inscritos moram na região de Foz do Iguaçu.
Ao longo de quatro dias, eles participam também de desafios e de atividades solidárias. Aliás, solidariedade é a marca da maioria dos jovens, que durante os meses de janeiro e julho costumam trocar as férias por atividades comunitárias dentro do projeto chamado Missão Calebe.
Os participantes começaram a chegar nesta quarta feira, 10, para montagem dos acampamentos, e acompanhar o início do programa na noite de quinta feira, 11.
11 de outubro de 2012
As Três Mensagens Angélicas - Primeira Mensagem 2ª Parte de 8
As Três Mensagens Angélicas > Primeira Mensagem <
O Tribunal Celestial
As profecias das 70 semanas(a) apontam para a inauguração do ministério sacerdotal de Cristo no santuário celestial, e isto ocorreu com a unção do "santo dos santos" (lugar santíssimo), o último evento descrito no verso de Daniel 9:24
O santuário terrestre, réplica do santuário celestial (Êxodo 25:8-9; Hebreus 8:1-2; Hebreus 9:11 e 24), foi ungido com óleo santo para que fosse consagrado para os seus serviços (Levítico 8:10-11). E o santuário celeste também deveria ser consagrado para o ministério intercessório de Cristo. Isto é revelado pelo anjo Gabriel ao dizer: "(...) e para ungir o santo dos santos." (Daniel 9:24 RA).
Com Sua ascensão, pouco tempo depois de Sua ressurreição, Jesus iniciou Seu ministério como intercessor no santuário celestial.1 "A ida de Cristo ao lugar santíssimo como nosso sumo sacerdote para purificação do santuário a que se faz referência em Daniel 8:14; a vinda do Filho do homem ao Ancião de Dias, conforme se acha apresentada em Daniel 7:13 e a vinda do Senhor a Seu templo, predita porMalaquias 3:1 são descrições do mesmo acontecimento."2
O livro de Hebreus afirma: "Com efeito, quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e, sem derramamento de sangue, não há remissão. Era necessário, portanto, que as figuras das coisas que se acham nos céus se purificassem com tais sacrifícios, mas as próprias coisas celestiais, com sacrifícios a eles superiores." (Hebreus 9:22-23 RA). Assim como as transgressões do povo de Deus eram pela fé transferidos simbolicamente para a oferta pelo pecado e então transportadas para o santuário terrestre (Hebreus 9:9-10 cf. Levítico 4:1-3, Levítico 16:15-16), sob o Novo Concerto, os pecados confessados são pela fé colocados sobre Cristo pelos méritos de Seu precioso sangue (Hebreus 10:19-22; Romanos 3:23-26).3
E, com o mesmo objetivo que o dia da Expiação(b) era realizado para remover os pecados do santuário terrestre (Levítico capítulo 16), o santuário celestial é purificado pela remoção final de todos os pecados registrados nos livros celestiais (Daniel 7:9-10). Mas antes que os registros sejam limpos, eles serão examinados a fim de se determinar quem, através de arrependimento e fé em Cristo(c), está apto a entrar em Seu reino eterno. "A purificação do santuário, portanto, envolve uma obra de juízo investigativo. Isto ocorre antes da vinda de Cristo para resgatar Seu povo, pois quando vier, Sua recompensa estará com Ele para dar a cada um segundo as suas obras (Apocalipse 22:12)."4 O juízo investigativo reflete plenamente a natureza do dia da Expiação como dia de julgamento.5
Todos aqueles que verdadeiramente se arrependeram e pela fé suplicaram o sangue do sacrifício expiatório de Cristo, terão assegurado o perdão. Quando seus nomes forem chamados a julgamento e se constatar que eles estão revestidos pelo manto da justiça de Cristo(d), seus pecados serão apagados e eles serão considerados dignos da vida eterna.6 "Aquele que vencer", disse Jesus, "será assim vestido de vestiduras brancas, e de modo nenhum apagarei o seu nome do livro da Vida; pelo contrário, confessarei o seu nome diante de Meu Pai e diante dos Seus anjos." (Apocalipse 3:5 RA cf. Êxodo 32:33).
No antigo concerto(e), somente os que tinham vindo perante Deus com confissão e arrependimento, e cujas transgressões eram transferidas para o santuário através do sangue da oferta pelo pecado, participavam da cerimônia do dia da Expiação (Levítico 23:26-29). Semelhantemente, hoje, durante o juízo investigativo (o grande dia da Expiação), os únicos casos a serem considerados são daqueles que manifestam arrependimento por seus pecados e depositam fé no Cordeiro de Deus (João 1:29). O julgamento dos ímpios constitui obra distinta e separada, e ocorre em ocasião posterior. Quanto a isso o apóstolo Pedro diz:
"Porque a ocasião de começar o juízo pela casa de Deus é chegada; ora se primeiro vem por nós, qual será o fim daqueles que não obedecem ao evangelho de Deus? E, se é com dificuldade que o justo é salvo, onde vai comparecer o ímpio, sim, o pecador?" (I Pedro 4:17-18 RA).
O juízo investigativo descrito por Pedro é destinado àqueles que professam serem seguidores de Cristo, e visa julgar se são dignos de terem seus nomes escritos no livro da Vida. Todos aqueles que não tem a Jesus como Salvador já escolheram seus destinos, a estes restará apenas a sentença final descrita em Apocalipse 20:11-15 (cf. Jeremias 6:16). "No juízo final, a posição, a classe, ou a riqueza não alterarão por um fio de cabelo, sequer, o caso de ninguém. Pelo Deus que tudo vê, serão os homens julgados segundo o que são na pureza, nobreza e amor a Cristo."7
Os Livros Celestiais
"O tribunal iniciou o julgamento, e os livros foram abertos." (Daniel 7:10 NVI). Os livros de registros no Céu, nos quais estão relatados os nomes e ações dos homens, conduzem a decisão do juízo. "Porque Deus há de trazer a juízo todas as obras, até as que estão escondidas, quer sejam boas, quer sejam más." (Eclesiastes 12:14 RA). "Digo-vos que de toda palavra frívola que proferirem os homens, delas darão conta no dia do Juízo; porque pelas tuas palavras, serás justificado e, pelas tuas palavras, serás condenado." (Mateus 12:36-37 RA). Os propósitos e intuitos secretos aparecem no infalível registro; pois Deus "trará à luz o que está oculto nas trevas e manifestará as intenções dos corações." (I Coríntios 4:5 NVI cf.Hebreus 4:12-13).
A obra de cada homem passa em revista perante Deus, tanto os registros de fidelidade ou infidelidade. Ao lado de cada nome, nos livros do Céu, estão escritos com exatidão toda palavra inconveniente, todo ato egoísta, todo dever não cumprido e todo pecado secreto; juntamente com toda hipocrisia dissimulada. Advertências enviadas pelo Céu que foram negligenciadas, momentos desperdiçados, oportunidades não aproveitadas, influência exercida para o bem ou para o mal, juntamente com seus resultados de vasto alcance, tudo é fielmente registrado.
O livro da Vida, contém os nomes daqueles que estão a serviço de Deus. Jesus disse a Seus discípulos: "Alegrai-vos antes por estarem os vossos nomes escritos nos Céus." (Lucas 10:20). Paulo fala de seus fiéis cooperadores, "cujos nomes estão no livro da Vida" (Filipenses 4:3). Daniel olhando através dos séculos para um "tempo de angústia qual nunca houve", declara que se livrará o povo de Deus, "todos os que se encontrarem inscritos no livro" (Daniel 12:1 BJ). E João afirma que apenas entrarão na cidade de Deus aqueles cujos nomes "estão inscritos no livro da Vida do Cordeiro" (Apocalipse 21:27 BJ).
Além dos livros de registros e do livro da Vida, a Bíblia menciona "um memorial" escrito diante de Deus, no qual estão registradas as boas ações "dos que temiam o Senhor e honravam o seu nome." (Malaquias 3:16NVI). Suas palavras de fé, seus atos de amor, acham-se registrados no Céu. Neemias refere-se a isso quando diz: "Por isto, Deus meu, lembra-te de mim e não apagues as beneficências que eu fiz à casa de meu Deus e para o Seu serviço." (Neemias 13:14 RA).
No "livro Memorial" de Deus, toda ação de justiça se acha imortalizada. Ali, toda tentação resistida, todo mal vencido, toda palavra de terna compaixão que foi proferida, acham-se fielmente historiados. E todo ato de sacrifício, todo sofrimento e tristeza suportados por amor de Cristo, encontram-se registrados. Diz o salmista: "Contaste os meus passos quando sofri perseguições; recolheste as minhas lágrimas no Teu odre; não estão elas inscritas no Teu livro?" (Salmos 56:8 RA).
"Vivemos hoje no grande dia da Expiação. No cerimonial típico, enquanto o sumo sacerdote fazia expiação por Israel, exigia-se de todos que afligissem a alma pelo arrependimento do pecado e pela humilhação, perante o Senhor, para não serem extirpados dentre o povo. De igual modo, todos quantos desejem ver o seu nome conservado no livro da Vida, devem, agora, nos poucos dias de graça que restam, afligir a alma diante de Deus, em tristeza pelo pecado e em arrependimento verdadeiro. Deve haver um exame de coração, profundo e fiel. (...)Quando se encerrar a obra do juízo de investigação, o destino de todos terá sido decidido; ou para a vida, ou para a morte. O tempo da graça finaliza pouco antes do aparecimento do Senhor nas nuvens do céu. Cristo, no Apocalipse, prevendo aquele tempo, declara: 'Quem é injusto, faça injustiça ainda; quem está sujo suje-se ainda; e quem é justo, faça justiça ainda; e quem é santo seja santificado ainda. E, eis que cedo venho, e o Meu galardão está comigo, para dar a cada um segundo a sua obra.' (Apocalipse 22:11-12 KJV cf. Apocalipse 16:17).Os justos e os ímpios estarão ainda a viver sobre a Terra em seu estado mortal; estarão os homens a plantar e a construir, comendo e bebendo, todos inconscientes de que a decisão final, irrevogável, foi pronunciada no santuário celestial. Antes do dilúvio, depois que Noé entrou na arca, Deus o encerrou ali, e excluiu os ímpios; mas, durante sete dias, o povo, não sabendo que seu destino se achava determinado, continuou em sua vida de descuido e de amor aos prazeres, zombando das advertências sobre o juízo iminente. 'Assim', diz o Salvador, 'será também a vinda do Filho do homem' (Mateus 24:37-42 KJV). Silenciosamente, despercebida como o ladrão à meia-noite, virá a hora decisiva que determina o destino de cada homem, sendo retraída para sempre a oferta de misericórdia ao homem culpado."8
A Bíblia descreve claramente o tribunal celestial e a hora do juízo. As cenas desse grande julgamento estão reveladas, tem-se: o tribunal, o Juiz, o Advogado, as testemunhas, as provas e o acusador. A mensagem do primeiro anjo anuncia este acontecimento, e segue alertando a cada "nação, tribo, língua e povo".
Estudo Nº 05 - A Queda e Redenção do Homem
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| 1. O que se declara ser o pecado?
"Todo aquele que pratica o pecado, também transgride a lei: porque o pecado é a transgressão da lei" (I S. João 3:4).
2. O que precede a manifestação do pecado?
"Então a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado" (Tia. 1:15, prim. Parte).
3. Qual é o resultado final ou fruto do pecado?
"E o pecado, uma vez consumado, gera a morte!” (Tia. 1:15, última parte). "Porque o salário do pecado é a morte!” (Rom. 6:23).
4. A quantos do gênero humano passou a morte, como resultado da transgressão de Adão?
"Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens porque todos pecaram" (Rom. 5:12). "Porque assim como em Adão todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo" (I Cor. 15:22).
5. Como foi a própria Terra atingida pelo pecado de Adão?
"Maldita é a terra por tua causa: em fadigas obterás dela o sustento durante os dias de tua vida. Ela produzirá também cardos e abrolhos, e tu comerás a erva do campo" (Gên. 3:17 e 18).
6. Que outra maldição foi pronunciada como resultado do primeiro assassínio?
"Disse o Senhor a Caim: ... És agora, pois, maldito por sobre a terra cuja boca se abriu para receber de tuas mãos o sangue de teu irmão. Quando lavrares o solo não te dará ele a sua força!” (Gên. 4:9-12).
7. Que juízo terrível veio em conseqüência do contínuo pecado e transgressão contra o Senhor?
"Disse o Senhor: Farei desaparecer da face da Terra o homem que criei,... Resolvi dar cabo de toda carne, porque a terra está cheia da violência dos homens." "Tinha Noé seiscentos anos de idade, quando as águas do dilúvio inundaram a Terra... Nesse dia romperam-se todas as fontes do grande abismo, e as comportas dos céus se abriram" (Gên. 6:7-13; 7:6-11).
8. Depois do dilúvio, o que sobreveio em conseqüência de uma posterior apostasia?
"Então desceu o Senhor para ver a cidade e a torre, que os filhos dos homens edificavam; e disse: Eis que o povo é um, e todos têm a mesma linguagem. Isto é apenas o começo: agora não haverá restrição para tudo que intentam fazer.Vinde, desçamos, e confundamos ali a sua linguagem, para que um não entenda a linguagem de outro. Destarte o Senhor os dispersou dali pela superfície da Terra; e cessaram de edificar a cidade" (Gên. 11:5-8).
9. De que forma o pecado afetou toda a criação?
"Porque sabemos que toda a criação a um só tempo geme e suporta angústias até agora!” (Rom. 8:22).
10. O que explica a aparente demora de Deus em tratar com o pecado?
"Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, Ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento" (II S. Ped. 3:9).
11. Qual é a atitude de Deus para com o pecador?
"Porque não tenho prazer na morte de ninguém, diz o Senhor Deus. Portanto convertei-vos e vivei" (Ezeq. 18:32).
12. Pode o homem, por si mesmo, libertar-se do domínio do pecado?
"Pode acaso o etíope mudar a sua pele, ou o leopardo as suas manchas? Então poderíeis fazer o bem, estando acostumados a fazer o mal!” (Jer. 13:23).
13. Que parte desempenha a vontade do homem em determinar se ele receberá a vida?
"O Espírito e a noiva dizem:Vem. Aquele que ouve diga:Vem. Aquele que tem sede, venha, e quem quiser receba de graça a água da vida” (Apoc. 22:17).
14. Até que ponto sofreu Cristo pelos pecadores?
"Mas Ele foi traspassado pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e pelas Suas pisaduras fomos sarados" (Isa. 53:5).
15. Com que propósito Se manifestou Cristo?
"Sabeis também que Ele Se manifestou para tirar os pecados, e nEle não existe pecado... Aquele que pratica o pecado procede do diabo, porque o diabo vive pecando desde o princípio. Para isto Se manifestou o Filho de Deus, para destruir as obras do diabo" (I S. João 3:5-8).
16. Qual foi a finalidade de haver Cristo tomado a forma humana?
"Visto, pois, que os filhos têm participação comum de carne e sangue, destes também Ele, igualmente, participou, para que, por Sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo!” (Heb. 2:14).
17. Que coro triunfante porá fim ao reino do pecado?
"Então ouvi que toda criatura que há no Céu e sobre a Terra, debaixo da terra e sobre o mar, e tudo o que neles há, estava dizendo: Aquele que está sentado no trono, e ao Cordeiro, seja o louvor, e a honra, e a glória, e o domínio pelos séculos dos séculos!” (Apoc. 5:13).
18. Quando e de que maneira serão removidos os efeitos do pecado?
"Virá, entretanto, como ladrão, o dia do Senhor, no qual os céus passarão com estrepitoso estrondo e os elementos se desfarão abrasados; também a Terra e as obras que nela existem serão atingidas!” (II S. Ped. 3:10).
19. Como terminará a maldição da confusão das línguas?
"Então darei lábios puros aos povos, para que todos invoquem o nome do Senhor, e O sirvam de comum acordo" (Sof. 3:9).
20. Até que ponto serão removidos os efeitos do pecado?
"E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram!” (Apoc. 21:4)."Nunca mais haverá qualquer maldição. Nela estará o trono de Deus e do Cordeiro. Os Seus servos O servirão" (Apoc. 22:3).
21. Aparecerão outra vez o pecado e os seus maus resultados?
"Que pensais vós contra o Senhor? Ele mesmo vos consumirá de todo; não se levantará por duas vezes a angústia!” (Naum 1:9). "E a morte já não existirá!' "Nunca mais haverá qualquer maldição!' (Apoc. 21:4; 22:3).
Ninguém pode pôr em dúvida a existência do pecado. O ser ele permitido tem perturbado muitas mentes. Mas Aquele que pode das trevas tirar luz (II Cor. 4:6), a cólera do homem tornar em louvor (Sal. 76:10), transformar a maldição em bênção (Deut. 23:5), pode do mal tirar bem, e fazer de erros e quedas degraus que conduzam a um terreno mais elevado.
O Céu será mais feliz depois das dores deste mundo. "As dores relembradas aumentam a alegria presente", diz Roberto Pollock, em O Curso do Tempo, pág. 29. No resultado final ver-se-á que todas as coisas contribuíram para o bem daqueles que amam a Deus. Rom. 8:28.
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8 de outubro de 2012
As Três Mensagens Angélicas - Primeira Mensagem 1ª Parte de 8
As Três Mensagens Angélicas > Primeira Mensagem <
A Hora do Juízo
No livro de Daniel, capítulo 8, existe uma sequência de eventos históricos que precedem a segunda vinda de Cristo. Nele é descrito a sucessão de quatro reinos(a) e, a partir do último, o surgimento de um poder que obscureceria a verdade sobre o santuário celestial através de falsos ensinos que promoveriam a deturpação e substituição do ministério intercessório de Jesus. O capítulo 7 descreve também esse poder dizendo: "Proferirá insultos contra o Altíssimo e porá à prova os santos do Altíssimo; ele tentará mudar os tempos e a lei (...)" (Daniel 7:25 BJ).
São sete partes cada mensagem.
Entretanto, Deus não permitiria que Sua lei e a verdade relativa ao ministério sumo-sacerdotal de Jesus prosseguisse indefinidamente obscurecida pelo erro. Através de homens e mulheres fiéis, Ele reavivaria Seus propósitos (Isaías 58:12). A reforma protestante redescobriu parcialmente o papel de Cristo como nosso Mediador, o que ocasionou grande reavivamento no mundo cristão. Contudo, havia ainda outras verdades a serem reveladas acerca do ministério celestial de Jesus. E o tempo em que Deus restauraria essas verdades e iniciaria o grande julgamento da raça humana que foi revelado:
- Até quando durará a visão do sacrifício diário e da transgressão assoladora, visão na qual é entregue o santuário e o exército a fim de serem pisados?- Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado. (Daniel 8:13-14 RA).
Ao anjo Gabriel foi entregue a missão de explicar esses eventos ao profeta Daniel, mas, o impacto das informações o conduziu a enfermidade (Daniel 8:26-27). Assim, Gabriel teve que adiar os esclarecimentos quanto ao tempo das "2300 tardes e manhãs", o único aspecto da visão que ainda não havia sido compreendido. Em Daniel 9:22 tem-se o retorno do anjo Gabriel com o objetivo de resolver esta questão. Portanto, oscapítulos 8 e 9 estão conectados, sendo o capítulo 9 a chave para desvendar o mistério desse período de tempo descrito no capítulo 8. Antes porém, se faz necessário entender o que significa a expressão "tardes e manhãs":
"(...) E disse Deus: 'Haja luz.' E houve luz.E viu Deus que era boa a luz; e fez Deus separação entre a luz e as trevas.E Deus chamou à luz Dia; e às trevas chamou Noite. Houve tarde e manhã, o primeiro dia." (Gênesis 1:3-5 RA).
De acordo com a Bíblia "uma tarde e uma manhã" correspondem a "um dia" (espaço de tempo que transcorre entre um por do Sol ao outro), e esta maneira de menciona-lo foi utilizada pelo anjo Gabriel. Portanto, as "2300 tardes e manhãs" de Daniel 8:14 referem-se a 2300 dias. Porém, oscapítulos 8 e 9 descrevem tempo profético(b) e, nesses casos, "um dia" representa "um ano" (Números 14:34; Ezequiel 4:7). Deste modo, "2300 dias" proféticos equivalem a "2300 anos" literais. A partir dessas informações é possível entender os seguintes esclarecimentos de Gabriel:
"(...) Daniel, agora, saí para fazer-te entender o sentido. No princípio das tuas súplicas, saiu a ordem, e eu vim, para to declarar, porque és mui amado; considera, pois, a coisa e entende a visão. Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade, para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, para expiar a iniquidade, para trazer a justiça eterna, para selar a visão e a profecia e para ungir o santo dos santos." (Daniel 9:22-24 RA).
E qual a relação entre essas "setenta semanas" e os "2300 anos"?
Gabriel anunciou que setenta semanas foram determinadas sobre o povo e sobre a cidade de Daniel, isto é, sobre o povo judeu e sobre a cidade de Jerusalém (Daniel 9:24). A palavra "determinada" (decretada ou fixada), neste verso, foi uma opção para traduzir o verbo hebraico "chathak". Porém, o significado mais próximo do original é cortar, dividir,separar.1, 2 Este mesmo posicionamento é defendido pelo dicionário hebraico-inglês de Genesius;3 e outras versões bíblicas utilizam os verbos "cortar"(c) ou "dividir" como correspondente a "chathak".
Portanto, Gabriel revelou que essas "setenta semanas" foram cortadas ou separadas dos 2300 anos, ou seja, as 70 semanas estão inseridas nos 2300 anos e foram subtraídas. Para realizar essa separação de tempo, o mesmo princípio bíblico, "cada dia por um ano" (Números 14:34; Ezequiel 4:7), deve ser aplicado as "setenta semanas". Uma semana possui 7 dias e a profecia menciona 70 semanas, logo: 70 x 7 = 490 dias (proféticos) ou 490 anos (literais). Assim, 490 anos devem ser subtraídos de 2300 anos.

E em que momento inicia a contagem dos 490 anos?
"Saiba e entenda que, a partir da promulgação do decreto que manda restaurar e reconstruir Jerusalém até que o Ungido, o príncipe, venha, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas. Ela será reconstruída com ruas e muros, mas em tempos difíceis." (Daniel 9:25 NVI).
Segundo Gabriel, o início da contagem dos 490 anos ocorre a partir "da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém". E a História registra que essa ordem foi dada pelo rei Artaxerxes, da Pérsia, no ano 457 a.C.

O verso de Daniel 9:25 revela ainda que desde a ordem para recuperar Jerusalém até o Ungido (batismo de Jesus Cristo), se passariam "sete semanas" e "sessenta e duas semanas"(d), que somadas totalizam 69 semanas. Então, a partir da contagem inicial das 70 semanas (490 anos), 69 semanas se passariam até a chegada da época do batismo de Cristo. E em linguagem profética, 69 semanas equivalem a 483 anos (69 semanas x 7 dias semanais), o que conduz ao ano 27 d.C., data em que se realizou o batismo de Jesus.

Contudo, Daniel 9:25 menciona somente 69 das 70 semanas proféticas. Resta ainda "uma semana" a ser analisada, pois: "Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana; na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares. (...)" (Daniel 9:27 RA).
A profecia afirma que o Ungido, na metade da última semana (três anos e meio - 3½) das 70 semanas, cessaria o sacrifício. Em outras palavras, Jesus morreria na cruz e não seria mais necessário o sacrifício de animais que Israel realizava no santuário ou templo terrestre (Mateus 27:51 cf.Hebreus capítulo 9). E a História registra que exatamente no ano 31 d.C., Jesus foi morto, confirmando com exatidão as profecias.

A outra metade (três anos e meio 3½) da "última semana" terminou em 34 d.C. Nessa época o apóstolo Estevão foi apedrejado pelo povo judeu após testemunhar em favor de Cristo e Seu ministério (Atos capítulo 7). E assim, finda-se o tempo concedido a nação de Israel para retornar aos caminhos do Senhor e, consequentemente, continuarem como representantes oficiais de Deus na Terra.4 Encerra-se deste modo o período de 490 anos: "Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade. (...)" (Daniel 9:24 cf. Mateus 18:22 RA). Estes acontecimentos foram revelados a Daniel por volta de 607 a.C. e, séculos depois, tudo se cumpriu com excepcional precisão.
Sendo que os 490 anos estão inseridos nos 2300 anos, e destes foram "cortados" (subtraídos), em que ano seremos encaminhados ao prosseguir na contagem do tempo que restou?(e) Concluiremos que o período de 2300 anos terminou em 1844 d.C.; e neste ano iniciou-se a purificação do santuário celestial e o julgamento da humanidade pois, a pergunta de Daniel 8:13 é respondida com essas revelações do anjo Gabriel.5 A seguir os principais eventos proféticos ocorridos:
457 a.C. - Emissão da ordem para reconstruir Jerusalém (Esdras 7:11-28).27 d.C. - Batismo de Jesus (Mateus 3:13-17).31 d.C. - Na metade da última semana (pertencente as 70 semanas), o Messias seria morto. Exatamente três anos e meio após o Seu batismo, Jesus foi morto na cruz do Calvário (Lucas 23:46 cf. Daniel 9:27).34 d.C. - No fim da outra metade da última semana (pertencente as 70 semanas), Estevão foi apedrejado (Atos 7:54-60) pela nação judia, e com isso ela perde o título (credencial) de nação sacerdotal escolhida oficialmente por Deus (Jeremias 6:16 cf. Mateus 21:42-46); a igreja primitiva foi perseguida (Atos 8:1-3); Paulo converte-se e leva o evangelho aos gentios (Atos 13:44-52).1844 d.C. - Início do juízo investigativo.6
Segundo as profecias foi a partir do ano de 1844 que as ações dos homens passaram a ser definitivamente avaliadas no juízo de Deus (cf. Daniel 7:10, Apocalipse 22:11-12), e milhões de pessoas desconhecem ou ignoram essa verdade. Por isso surgi "um anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a Terra, e a toda nação, tribo, língua, e povo, dizendo em grande voz: 'Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora de Seu juízo.' (...)" (Apocalipse 14:6-7 RA). A palavra anjo em linguagem profética significa mensagem ou mensageiro, e a descrição desse anjo voando representa a urgência com que esta mensagem deve ser proclamada.
Infelizmente o juízo, por algum motivo, é mal compreendido. Muitos confundem o juízo divino com os flagelos e catástrofes que acontecerão antes da segunda volta de Cristo. Os flagelos são parte da sentença do juízo; não é o juízo. A prisão ou pena de morte, por exemplo, não é o juízo mas a condenação (sentença). Juízo é o processo pela qual se considera um caso através de um juiz, um advogado, um promotor de acusação, testemunhas e provas.7 E o profeta Daniel descreve o juízo celestial nas seguintes palavras:
(Toda semana vou postar uma parte das mensagens Angélicas, fiquem atentos e acompanhe)"Enquanto eu olhava, tronos foram colocados, e um Ancião Se assentou. Sua veste era branca como a neve; o cabelo era branco como a lã. Seu trono era envolto em fogo, e as rodas do trono estavam em chamas. De diante dEle, saía um rio de fogo. Milhares de milhares o serviam; milhões e milhões estavam diante dEle. O tribunal iniciou o julgamento, e os livros foram abertos." (Daniel 7:9-10 NVI).
São sete partes cada mensagem.
A necessidade de uma reforma
Aquele senso de pecado e indignidade que conduz ao arrependimento
Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor. Romanos 6:23.
Paulo julgava que os requisitos do Senhor devem ser obedecidos, Seus juízos evitados. À semelhança de Paulo, devemos empreender todo esforço para obter a coroa da vida que atribui honra eterna a todo vitorioso. Não devemos nos contentar em viver vidas sem utilidade.
O que é humildade? Aquele senso de pecado e indignidade que conduz ao arrependimento. Devemos, porém, estar seguros da malignidade de uma doença antes de sentirmos nossa necessidade de cura. Aqueles que não se compenetram da malignidade do pecado não são capazes de apreciar o valor da expiação e a necessidade de serem purificados de todo pecado. O pecador se mede por si mesmo e por aqueles que, como ele, são pecadores. Não tem em vista a pureza e santidade de Cristo. Mas quando a lei de Deus traz convicção a seu coração, ele diz com Paulo: “Outrora, sem a lei, eu vivia; mas, sobrevindo o preceito, reviveu o pecado, e eu morri.” Romanos 7:9.
Deus criou o homem para a Sua glória. Ele não pode e não quer tolerar a presença do pecado em Seu domínio. Se há na igreja aqueles que estão voluntariamente pecando contra Deus, todo meio possível deveria ser utilizado para levá-los ao arrependimento. Se isso não for feito, o nome de Deus será desonrado. Ele é demasiado puro para considerar favoravelmente a iniqüidade.
O pecado de Adão seria considerado pelas igrejas de hoje como um simples erro a ser imediatamente perdoado e esquecido. Mas o padrão de Deus é elevado e Sua palavra imutável, e todas as práticas egoísticas e cobiçosas são uma abominação à Sua vista.
Olhai para cima, meus irmãos. Acaso o evangelho perdeu o poder de impressionar corações? É devido à influência regeneradora do Espírito de Cristo ter-se apagado que os corações não são purificados, santificados e preparados para o Espírito Santo? Não; a Espada do Espírito, a Palavra do Deus vivo ainda está conosco; mas precisa ser brandida com zelo. Por seu poder vivo, estimulante, encontrará caminho aos corações.
O Senhor apela por uma reforma em nossas fileiras. … Quando a igreja estiver desperta, decididas mudanças ocorrerão. Homens e mulheres serão convertidos e tão cheios pelo Espírito de Deus que seguirão de país em país, de cidade em cidade, proclamando a mensagem da verdade. Com corações repletos de dedicado amor pelas pessoas, abrirão as Bíblias e apresentarão a Palavra — “Está escrito”. Onde quer que forem um povo será despertado para estar em pé no dia do Senhor. A simplicidade desses obreiros humildes será sua força, pois anjos de Deus atuam com aqueles que são humildes e obedientes.
Ellen G. White, Cuidado de Deus, pág. 279.
Via Sétimo Dia
Reportagem onde é investido o dinheiro doado para o anjos?
4 de outubro de 2012
Estudo Bíblico Nº 04 - A Palavra Vivificante
| Estudos Bíblicos |
1. Qual é a natureza da Palavra de Deus?
"Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração!' Heb.4:12.
2. Como são descritas as palavras de Deus?
"É este Moisés quem esteve na congregação no deserto, com o Anjo que lhe falava no monte Sinai, e com os nossos pais; o qual recebeu palavras vivas para no-las transmitir." Atos 7:38.
3. O que declarou Cristo serem Suas palavras?
"O espírito é que vivifica; a carne para nada aproveita; as palavras que Eu vos tenho dito, são espírito e são vida!' S. João 6:63.
4. Que testemunho deu S. Pedro concernente às palavras de Cristo?
"Respondeu-Lhe Simão Pedro: Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras da vida eterna." S. João 6:68.
5. Que declarou Cristo acerca dos mandamentos de Seu Pai?
"E sei que o Seu mandamento é a vida eterna!' S. João 12:50.
6. Que lição encerrava o alimentar o povo de Israel com o maná?
"Ele te humilhou, e te deixou ter forme, e te sustentou com o maná, que tu não conheceste, nem teus pais o conheceram, para te dar a entender que não só de pão viverá o homem, mas de tudo o que procede da boca do Senhor, disso viverá o homem!' Deut. 8:3.
7. Como interpretou Jesus esta lição?
"Replicou-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: Não foi Moisés quem vos deu o pão do Céu; o verdadeiro pão do Céu é Meu Pai quem vos dá. Porque o pão de Deus é o que desce do Céu e dá vida ao mundo!' S. João 6:32 e 33.
8. Em explicação adicional ao significado desta lição, que declarou Jesus de Si mesmo?
"Declarou-lhes, pois, Jesus: Eu sou o pão da vida; o que vem a Mim, jamais terá fome; e o que crê em Mim,jamais terá sede." S. João 6:35.
9. Que benefícios resultam de comer este Pão da Vida?
"Assim como o Pai, que vive, Me enviou, e igualmente Eu vivo pelo Pai; também quem de Mim se alimenta, por Mim viverá. Este é o pão que desce do Céu, em nada semelhante àquele que os vossos pais comeram, e contudo morreram: quem comer este pão viverá eternamente!' S. João 6:57 e 58.
10. Que exemplo é relatado de alguém que se alimentou do “verdadeiro maná”?
"Achadas as Tuas palavras, logo as comi; as Tuas palavras me foram gozo e alegria para o coração, pois pelo Teu nome sou chamado, ó Senhor, Deus dos exércitos." Jer. 15:16.
11. Que nome é aplicado a Jesus, como sendo a revelação do pensamento de Deus na carne?
"No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus." S. João 1:1. "Está vestido com um manto tinto de sangue, e o Seu nome se chama o Verbo de Deus!' Apoc. 19:13.
12. Que estava no Verbo?
"A vida estava nEle, e a vida era a luz dos homens!' S. João 1:4.
13. Como é, portanto, Jesus chamado também?
"O que era desde o princípio, o que temos ouvido, o que temos visto com os nossos próprios olhos, o que contemplamos e as nossas mãos apalparam, com respeito ao Verbo da vida!' I S. João 1:1.
14. Por que não encontraram os judeus a vida nas Escrituras?
"Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de Mim. Contudo não quereis vir a Mim para terdes vida!' S. João 5:39 e 40. (Eles não aceitaram a Cristo.)
15. O que constitui uma parte da experiência cristã?
"E provaram a boa Palavra de Deus e os poderes do mundo vindouro" Heb. 6:5. Ver a resposta à pergunta 10.
16. Ao designar a S. Pedro seu trabalho vitalício, que instrução lhe deu Jesus?
"Jesus lhe disse: Apascenta [alimenta] as Minhas ovelhas!' S. João 21:17.
17. Que recomendação apostólica indica o modo em que esta ordem deve ser obedecida?
"Conjuro-te, perante Deus e Cristo Jesus que há de julgar vivos e mortos, pela Sua manifestação e pelo Seu reino: prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina." II Tim. 4:1 e 2.
18. Como somos instruídos a orar tanto pelo alimento físico como pelo espiritual?
"O pão nosso de cada dia dá-nos hoje." S. Mat. 6:11.
Quando o "Verbo Se fez carne, e habitou entre nós", o pensamento de Deus foi revelado na carne humana. Quando os homens santos de Deus "falaram inspirados pelo Espírito Santo", o pensamento de Deus foi revelado em linguagem humana. A união do divino e do humano na manifestação do pensamento de Deus na carne é chamada "o mistério da piedade"; e há o mesmo mistério na união do pensamento divino à linguagem humana. As duas revelações de Deus, na carne e na linguagem humanas, são ambas chamadas a Palavra de Deus, e ambas são a Palavra da Vida. Aquele que deixa de encontrar a Cristo desta maneira nas Escrituras não se poderá alimentar da Palavra vivificante.
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