20 de agosto de 2012

Os Dez Mandamentos

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O Decálogo no Éden

Muitos acreditam que os Dez Mandamentos surgiram quando Moisés os recebeu no monte Sinai, sendo até então desconhecidos. Outros crêem que Jesus os substituiu por "dois novos" mandamentos, e um terceiro engano afirma que eles foram destinados aos judeus e não precisam ser obedecidos pelos gentios. Essas noções absurdas contrariam fortemente os ensinos da Bíblia, e Deus aniquila pessoalmente a primeira ilusão ao declarar:



"Porque Eu o escolhi para que ordene a seus filhos e a sua casa depois dele, a fim de que guardem o caminho do Senhor e pratiquem a justiça e o juízo. (...) Na tua descendência serão abençoadas todas as nações da terra; porque Abraão obedeceu à Minha palavra e guardou os Meus mandados, os Meus preceitos, os Meus estatutos e as Minhas leis." (Gênesis 18:19Gênesis 26:4-5)
Estes versos declaram que Abraão seguiu e foi escolhido para ensinar a conduta de vida estabelecida por Deus. Antes deste testemunho, Deus tinha feito a ele a seguinte recomendação: "(...) guarde a Minha Aliança, tanto você como os seus futuros descendentes." (Gênesis 17:9). E será que os descendentes de Abraão foram igualmente zelosos com os ensinos que receberam? Vejamos:
"Então, disse o Senhor a Moisés: Eis que vos farei chover do céu pão, e o povo sairá e colherá diariamente a porção para cada dia, para que Eu ponha à prova se anda na Minha lei ou não.
Dar-se-á que, ao sexto dia, prepararão o que colherem; e será o dobro do que colhem cada dia. (...) Seis dias o colhereis, mas o sétimo dia é o sábado; nele, não haverá.
Ao sétimo dia, saíram alguns do povo para o colher, porém não o acharam. Então, disse o Senhor a Moisés: 'Até quando recusareis guardar os Meus mandamentos e as Minhas leis?'" (Êxodo capítulo 16)
Isso ocorreu no deserto de Sim, antes que os descendentes de Abraão chegassem ao deserto de Sinai para receber os Dez Mandamentos na sua forma escrita (em duas tábuas de pedra) após firmarem com o Senhor o pacto de aliança (Êxodo 16:1Êxodo 19:1-8). Agora surgi as seguintes perguntas: Como poderia Deus pôr os israelitas à prova em relação ao sábado do quarto mandamento se eles ainda iriam recebê-lo no monte Sinai? E por que os reprovou questionando: "Até quando recusareis guardar os Meus mandamentos e as Minhas leis?" (Êxodo 16:28).

O uso da locução adverbial "até quando", que provém do hebraico "'anah"(a), e o uso dos substantivos "mandamentos" e "leis", que são respectivamente traduções do hebraico "mitsvah"(b) e "towrah"(c), demonstram que os israelitas conheciam tanto a observância sabática quanto outras instruções divinas, e vinham a muito tempo negligenciando-as. Deus jamais teria testado-os naquela ocasião se eles não conhecessem os Seus preceitos, isso seria injusto. Através de Abraão eles receberam as orientações que foram transmitidas desde a época de Adão.

A Lei de Deus no Éden
Adão e Eva transgrediram no Éden os princípios da lei de Deus quando cederam aos sofismas de Satanás e, consequentemente, desprezaram a justiça que lhes foi ensinada. Nessa infeliz atitude, eles escolheram seguir uma criatura e consideraram as palavras do Deus Criador falsas; desonraram Aquele que lhes concedeu a vida; cobiçaram e furtaram; sentenciaram a morte gerações, pois perderam o direito a vida eterna e condenaram seus descendentes ao mesmo destino; e, se esses fatos ocorreram no sétimo dia da semana, pode-se afirmar ainda que tais transgressões ofenderam o Senhor no Seu santo sábado.

Antes desse fatídico dia, Adão e Eva não conheciam os resultados do pecado: "eis que o homem se tornou como um de nós conhecedor do bem e do mal" (Gênesis 3:22). Eles viviam em perfeita harmonia com Deus e, dia-a-dia, aprendiam sobre o Seu amor sintetizado em Sua lei. A respeito dessas transgressões a Bíblia revela:



"Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram. Porque até ao regime da lei havia pecado no mundo, mas o pecado não é levado em conta quando não há lei. Todo aquele que pratica o pecado também transgride a lei, porque o pecado é a transgressão da lei. [E] o salário do pecado é a morte." (Romanos 5:12-13I João 3:4Romanos 6:23)
"Adão e Eva persuadiram-se de que seria questão insignificante o comer do fruto proibido, e que tal ato não poderiam resultar em terríveis consequências como as de que Deus os avisara. Mas essa questão insignificante constituía uma transgressão da imutável e santa lei divina, e separou o homem de Deus, abrindo os diques da morte e trazendo sobre o mundo misérias indizíveis. Século após século tem subido da Terra um contínuo grito de lamento, e toda criação geme aflita, em resultado da desobediência do homem. O próprio Céu sentiu os efeitos da rebelião de Satanás contra Deus. O Calvário aí está como um monumento do estupendo sacrifício exigido para expiar a transgressão da lei divina. Não podemos considerar o pecado coisa trivial."1

"Depois da desobediência, Adão e Eva a princípio imaginaram-se ter obtido uma condição mais elevada de existência. Mas logo o pensamento de seus pecados os encheram de terror. Desapareceram o amor e a paz que haviam desfrutado, e em seu lugar experimentavam uma intuição de pecado, um terror pelo futuro. A veste de luz que os rodeara, desapareceu; e para suprir sua falta procuraram fazer para si uma cobertura, pois enquanto estivessem nus, não podiam enfrentar o olhar de Deus e dos santos anjos. Mas a nudez era mais do que física, era também uma nudez de alma."2

Outros exemplos bíblico demonstram a existência do Decálogo antes dele ser entregue no monte Sinai, tais como: o assassinato de Abel (Gênesis 4:8); promiscuidade e idolatria de vários povos da antiguidade como de Sodoma e Gomorra (Gênesis 18:20Gênesis 19:4-5 cf Romanos 1:18-32); Abrão antes de se tornar Abraão mentiu a respeito de seu parentesco com Sara (Gênesis 12:10-20); José resistiu ao pecado de adultério (Gênesis 39:7-23); enfim, esses atos não poderiam ser classificados como pecaminosos se a lei de Deus não existisse anteriormente para condená-los (I João 3:4Romanos 4:15Romanos 7:7).
A Lei sob ataque no Céu
Lúcifer quando cobiçou o trono de Deus transgrediu o princípio do décimo mandamento e tal atitude levou-o posteriormente a violar os demais preceitos da lei.3 E aquilo que ele não conseguiu no Céu(d), tenta a todo custo obter na Terra: adoração e domínio absoluto. Para isso ele utiliza o mesmo artifício, tornar a lei desprezível; e entende perfeitamente que para atingir este objetivo não há necessidade de proporcionar a transgressão de cada um dos Dez Mandamentos:
"Pois qualquer que guarda toda a lei, mas tropeça em um só ponto, se torna culpado de todos. Porquanto, Aquele que disse: Não adulterarás também ordenou: Não matarás. Ora, se não adulteras, porém matas, vens a ser transgressor da lei. Falai de tal maneira e de tal maneira procedei como aqueles que hão de ser julgados pela lei da liberdade." (Tiago 2:10-12 cf I João 2:1-4)
As Escrituras não favorecem ideologias contrárias a lei de Deus, agir contra ela é auxiliar Satanás em seus propósitos. E eis os "motivos" que o conduz a combatê-la:
Deus é amor (I João 4:8), a base da lei é o amor (Romanos 13:8-10Mateus 22:37-40).
Deus é santo, justo e bom (Salmos 99:5Marcos 10:18Salmos 7:11), Sua lei é santa, justa e boa (Romanos 7:12).
Deus é eterno (I Timóteo 1:17), Sua lei é eterna (Lucas 16:17 cf Isaías 24:5-6).
Deus é imutável (Tiago 1:17 cf Malaquias 3:6), Sua lei é imutável (Mateus 5:17-19).
Deus é a verdade (João 14:6Salmos 31:5), Sua lei é a verdade (Salmos 119:142).
Alinhadas acima características inerentes a Deus e atribuídas também a Sua lei, visto que: os seus mandamentos descrevem o próprio caráter de Deus e revelam o amor e cuidado dEle pelo homem; ela é a base de Seu governo e, por intermédio dela, haverá o devido julgamento da humanidade(e). Não é de admirar que Satanás a odeie e de todas as formas possíveis tente ocultá-la da mente do homem (Hebreus 8:10-12;Hebreus 10:16-17 cf Jeremias 31:33-34).

Fundamentos do Decálogo
"Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. Osegundo, semelhante a este, é: amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas." (Mateus 22:37-40)

Através de falsas interpretações deste ensino, existe o esforço em substituir o Decálogo por esses dois mandamentos citados por Jesus. Porém, sem dificuldade alguma, percebe-se a leviandade nesta tentativa uma vez que os versos de Mateus 22:37-40 são na realidade a resposta para a pergunta: "Mestre, qual é o grande mandamento na Lei?"(f). Neste questionamento não se faz qualquer alusão sobre substituir a lei e seus respectivos preceitos; tanto a pergunta quanto a resposta estão envolvidas em destacar o mandamento de maior importância.

Na expectativa de constranger Jesus, os fariseus interrogaram-nO a respeito dos mandamentos contidos na lei mosaica e esperavam que Ele indicasse algum que não satisfizesse a pergunta. Mas, se decepcionaram ao receberem como resposta os dois mandamentos que retêm osprincípios bases de toda a lei: amor a Deus e amor ao próximo. A lei mosaica em sua totalidade esta alicerçada sobre estes fundamentos e Jesus simplesmente assinala o que já era ensinado por ela: "Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força. (...) amarás o teu próximo como a ti mesmo." (Deuteronômio 6:5Levítico 19:18). Ao contrário do que muitos imaginam, a resposta de Jesus não era algo novo ou exclusivo do Novo Testamento, e João chama atenção para isso ao dizer: "(...) peço-te, não como se escrevesse mandamento novo, senão o que tivemos desde o princípio: que nos amemos uns aos outros." (II João 1:5).

O apóstolo Paulo também refere-se a este ensino: "(...) não adulterarás, não matarás, não furtarás, não cobiçarás, e, se há qualquer outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: amarás o teu próximo como a ti mesmo. O amor não pratica o mal contra o próximo; de sorte que ocumprimento da lei é o amor." (Romanos 13:9-10). Nota-se ainda que Paulo exemplifica este assunto citando exclusivamente os mandamentos do Decálogo, os quais além de estarem fundamentados no princípio do amor, são a base da lei mosaica(g). O amor a Deus sempre estará sintetizado na obediência aos quatro primeiros mandamentos do Decálogo, assim como o amar ao próximo desenvolverá o respeito pelos seis últimos.

Considerações Finais
A Bíblia revela claramente a existência do Decálogo (lei de Deus) antes da criação do homem e, consequentemente, antes de Moisés. Ela foi estabelecida na Terra para toda a humanidade (Eclesiastes 12:13 cf Mateus 19:17-19). Os descendentes de Abraão, quando foram convocados por Deus para levarem Seus ensinos as demais nações (Êxodo 19:5-6Isaías 51:4Romanos 3:2), já tinham o conhecimento dessa lei antes dela ser entregue na sua forma escrita no Monte Sinai.

Deus não é um Criador e Governador de improviso, que realiza Seus propósitos sem planejamento e desígnio. Ele não elabora regras conforme o surgimento dos acontecimentos ou das circunstâncias. E tais afirmativas são confirmadas pelas seguintes declarações: "Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!", "(...) Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo" (João 1:29Apocalipse 13:8). Esse sacrifício único e derradeiro foi justamente pelos pecados do homem; pecados que segundo os ensinos escriturísticos são ocasionados pela desobediência aos princípios do Decálogo.4

O plano de salvação foi minuciosamente articulado antes da criação. Deus tinha conhecimento das transgressões que o homem causaria a Sua lei influenciado por Satanás (Apocalipse 12:17). O "fruto" de uma árvore, obviamente, não foi a causa do grande conflito em que a humanidade se envolveu. As implicações registradas em Gênesis capítulo 3 vão muito além disso.

Movimento Força Jovem

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Movimento Força Jovem Adventista

16 de agosto de 2012

guarda do domingo

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Campanha pela guarda do domingo nos EUA Links para esta postagem
O movimento "Volta à Igreja" é mais um movimento sócio-religioso a promover (in)diretamente a guarda do domingo na sociedade norte-americana (à semelhança do que está acontecendo na Europa). No site do movimento há uma grande chamada para este ano:

"Junte-se a nós em 16/Set para convidar todo mundo a voltar para a igreja".
"Domingo Nacional de volta à Igreja".
"Encontre esperança aqui!", diz o banner.
Dois detalhes chamam a atenção: primeiro, o fator "esperança" está sendo associado ao "domingo". Será que qualquer semelhança é mera coincidência quando lembramos que o Canal Novo Tempo (e similares norte-americanos) já usa este slogan para promover o sábado do sétimo dia?

Em segundo lugar, a data escolhida para a campanha deste ano é exatamente o primeiro domingo após 11/Set no calendário. Se "algo" acontecer este ano em 11/Set que provoque comoção nos EUA, fica fácil imaginar o impacto que esta campanha terá sobre as crenças e costumes (leia-se guarda do domingo) da sociedade naquele país. E se acontecer mesmo desse jeito, terá sido mera coincidência? De qualquer forma, mesmo não acontecendo mais nada, o fato de escolherem o primeiro domingo após o 11/Set já tem um impacto psicológico suficiente de persuasão.  

"A asserção de que os juízos divinos caem sobre os homens por motivo de violarem o repouso dominical, será repetida... E o movimento para impor a observância do domingo está rapidamente ganhando terreno". O Grande Conflito, p. 580.

O Mandamento de Lúcifer

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O Mandamento de Lúcifer: Guardar Domingos e Festas

Deus criou o mundo em 6 dias e no Jardim do Éden, colocou uma benção e santificou o dia sétimo, o sábado:

(Gênesis 2:3) – E abençoou Deus o dia sétimo, e osantificou; porque nele descansou de toda a sua obra que Deus criara e fizera.

Deus tornou SANTO, ou seja, santificou o dia SÉTIMO. Mais de 2 mil anos depois, colocou a santidade do Sétimo dia entre os 10 mandamentos. E disse o motivo de sua santidade em detalhes, formulando uma das leis mais detalhistas e extensas da Bíblia e talvez a MAIS EXTENSA entre os 10 mandamentos:

(Êxodo 20:8-11) Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.  Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o SENHOR o dia do sábado, e o santificou.

Mais de 1500 anos depois Jesus se declarou o Deus que formulou essa lei:

(Lucas 6:5) -  E Jesus dizia-lhes: O Filho do homem éSenhor até do sábado.

Jesus ensinou-lhes que deveriam obedecer os fariseus em tudo, porque eles estavam sentados na cadeira de Moisés:

(Mateus 23:2) – Dizendo: Na cadeira de Moisés estão assentados os escribas e fariseus. Todas as coisas, pois, que vos disserem que observeis, observai-as e fazei-as; mas não procedais em conformidade com as suas obras, porque dizem e não fazem;

Os fariseus eram um dos maiores guardadores do sábado. Seu erro era que “Dizem mas não fazem”. Ensinam a não matar e ajudaram a matar Jesus. Ensinavam a não roubar e roubavam a viúva pobre. Ensinavam a guardar o sábado, mas conspiravam contra o Senhor do sábado: Jesus.

Jesus ensinou que seus discípulos deveriam ORAR para que a perseguição não viesse nos dias duros do inverno ou no sagrado dia de sábado:

(Mateus 24:20) -  E orai para que a vossa fuga não aconteça no inverno nem no sábado;

O Apóstolo Paulo repetidamente guardou o sábado:

(Atos 13:42) – E, saídos os judeus da sinagoga, os gentios rogaram que no sábado seguinte lhes fossem ditas as mesmas coisas.
(Atos 13:44) – E no sábado seguinte ajuntou-se quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus.

(Atos 16:13) – E no dia de sábado saímos fora das portas, para a beira do rio, onde se costumava fazer oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que ali se ajuntaram.

(Atos 17:2) – E Paulo, como tinha por costume, foi ter com eles; e por três sábados disputou com eles sobre as Escrituras,

(Atos 18:3) – E, [Paulo] como era do mesmo ofício, ficou com eles, e trabalhava; pois tinham por ofício fazer tendas. (de primeira a sexta feira)
(Atos 18:4) – E todos os sábados disputava na sinagoga, e convencia a judeus e gregos.

Paulo fazia tendas e no único dia que deixava seu trabalho de sustento e ia exclusivamente pregar era no dia de sábado.

O físico Isaac Newton em sua obra “As profecias do Apocalipse” declarou que a Igreja Católica é a culpada de alterar a lei de Deus. É criminosa, impostora:

Isaac Newton não foi qualquer pessoa. Muito estudioso, de nome renomado até hoje, em reconhecimento recebeu o título de SIR, da Monarquia da Inglaterra.

O primeiro dia da semana não se tornou sagrado porque Jesus ressuscitou nele. Isso não existe na Bíblia. É argumento da igreja do mal, saído da mente de Lúcifer.

Venha adorar o único Deus verdadeiro. Não o Senhor do Domingo, nem o Senhor do Islã e da Sexta Feira. Mas o SENHOR DO SÁBADO, o Deus Hebreu: JESUS CRISTO:

(I João 3:22) – E qualquer coisa que lhe pedirmos, dele a receberemos, porque guardamos os seus mandamentos, e fazemos o que é agradável à sua vista.

(I João 5:20) – E sabemos que já o Filho de Deus é vindo, e nos deu entendimento para conhecermos o que é verdadeiro; e no que é verdadeiro estamos, isto é, em seuFilho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna.

15 de agosto de 2012

As Pessoas Santas não vão para o Céu

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As pessoas santas não vão para o Céu. Não imediatamente após a morte.

As religiões que não são de Deus, ensinam que quando morremos seguimos para um lugar chamado CÉU se formos bom e para um lugar chamado INFERNO se formos pessoas ruins. Porém, Deus ensina coisas diferentes.

A Bíblia, o Livro de nosso Deus, ensina que ninguém é bom. Todos pecaram, todos fizeram ou pensaram em fazer maldades, nem que seja uma única vez em seu coração:

Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; 
Romanos 3:23.

Quando ela diz todos, quer dizer Maria, mãe de Jesus, O rei Davi, o Apóstolo Pedro, O Profeta Elias e São João Batista. Não está falando apenas de Judas ou Hitler.

A Bíblia coloca apenas uma exceção, que foi homem, mas era também mais alguem:

Porque nos convinha tal sumo sacerdote [Jesus], santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores, e feito mais sublime do que os céus; 
Hebreus 7:26

A quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo. 
Hebreus 1:2.

A Bíblia diz que a única pessoa que nunca pecou, foi aquela que fez o mundo e depois entrou nele como um bebê: Jesus.

Mas as pessoas que seguem Jesus não vão para o Céu?

Vão, mas só depois que Jesus voltar. Ele vai ressuscitar todos os SEUS e levar pro Céu:

Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatadosjuntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. 
1 Tessalonicenses 4:16-17

Como podemos ver pelo texto acima, as pessoas vivas irão para o Céu NO MESMO DIA que os santos que morreram: No dia que o SENHOR descer do Céu com voz de arcanjo e a trombeta de Deus. Então é nesse dia que Maria, Pedro, Paulo, ou São João Batista irão para o Céu.

A Bíblia cita apenas 3 pessoas e um grupo de pessoas não identificadas que foram para o Céu antes desse grande dia da volta de Jesus:
1- Enoque, foi levado vivo antes do Dilúvio. Gênesis 5:22-24.
2- O Profeta Elias, também foi levado vivo. II Reis 2:9-14.
3- Moisés, que foi ressuscitado após a sua morte quando o arcanjo Miguel enfrentou Satanás pela disputa de seu corpo. Judas 1:9. Tanto Elias, quanto Moisés desceram do Céu para conversar com Jesus em Mateus 17:3.
4- Algumas pessoas que ressuscitaram na morte de Jesus na Cruz e que não são identificadas pela Bíblia. Mateus 27:52.
Essas pessoas não foram para o Céu porque eram BOAS, porque lembre-se que todos pecaram. Todos sem exceção. Elas foram para o Céu porque tiveram FÉ que alguem pagaria a pena delas na cruz. Pois sem esse pagamento não há salvação:
… e sem derramamento de sangue não há remissão [de pecados]. Hebreus 9:22.
Mas Enoque, Elias e Moisés foram levados antes mesmo desse pagamento ser feito. Antes de Jesus morrer na cruz. Elas foram levadas porque creram que haveria pagamento e guardaram os mandamentos de Deus, não por serem ‘boas’.
Então a meta de nossas vidas é CRER, que meus pecados foram pagos por Jesus na CRUZ. Pagos por alguém sem pecado, pois se Jesus fosse pecador, teria que pagar pelos próprios erros e não pelos nossos, pois está escrito:
Porque o salário do pecado é a morte, (Romanos 6:23).
E a segunda meta de nossas vidas é guardar os mandamentos de Deus. Devemos guardar os mandamentos que são escritos na Bíblia e não aqueles do Catecismo que são alterados e adulterados. Vejamos alguns exemplos de mandamentos de Deus:
1- Não comer carne de porco ou frutos do mar. Guardar o sábado, o verdadeiro dia de repouso. Não manter comunicação com espíritos. Não ter relação com pessoas do mesmo sexo. Dar o Dízimo etc.
Mas você dirá: Guardar o sábado é coisa de antigo testamento.
E eu responderei: Dar o Dízimo é uma das maiores leis do antigo testamento e está em vigor. Guardar o sábado, não comer animais asquerosos, também está em vigor. Disse Jesus:
Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei,
Mateus 5:18.
E ao que nos consta a Terra nunca passará pois a promessa é o povo de Deus morar nela. E o Céu, nunca deixará de existir, pois seria o mesmo que Deus perecesse, se seu lar deixasse de existir.
Portanto, a Bíblia é coerente. Diz que no Novo Céu e na Nova Terra, que Deus prometeu criar, estará vigorando ainda as leis de Deus. Falando desse novo tempo, o antigo e novo testamento ensinam que haverá um feriado semanal, o sábado, e um feriado mensal: a festa de lua nova.
Porque, como os novos céus, e a nova terra, que hei de fazer, estarão diante da minha face, diz o SENHOR, assim também há de estar a vossa posteridade e o vosso nome.
E será que desde uma lua nova até à outra, e desde um sábado até ao outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o SENHOR. 
Isaías 66:22-23.
No meio da sua praça, e de um e de outro lado do rio, estava a árvore da vida, que produz doze frutos, dando seu fruto de mês em mês; e as folhas da árvore são para a saúde das nações.
Apocalipse 22:2

Oremos para que chegue logo o dia que teremos mundialmente um feriado por semana e um por mês! Onde iremos comer da fruta da imortalidade.

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Diga não à Cultura da Morte

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Alexandre,
O que você acha mais importante: preservar a vida de um cachorro ou de uma criança?
A resposta parece óbvia?
Não! A comissão de juristas que elaborou o anteprojeto do Novo Código Penal - que já está sendo analisado pelo Congresso Nacional - pensa diferente.
Sim! Se aprovado, o novo Código diminuirá a pena daquele que realiza um aborto na gestante, além de alargar consideravelmente as hipóteses em que não se pune tal prática.

Por outro lado, o mesmo anteprojeto propõe pena de um a quatro anos para quem abandona um cachorro na rua.
Isso sendo que, atualmente, o abandono de um ser humano incapaz está sujeito a uma pena apenas de seis meses a três anos.
Percebeu a inacreditável discrepância?
A inversão de valores que um grupo de burocratas quer enfiar goela abaixo da Nação?
Como podemos aceitar que pessoas paguem penas maiores por terem abandonado um animal, do que aqueles que abandonam um incapaz, um ser humano, a exemplo de pais que jogam bebês em latas de lixo?
“Penalistas sempre denunciaram o fato de o legislador criar crimes para atender o clamor público. Mas várias das propostas do Novo Código Penal vêm para atender aos reclamos da intelectualidade”.
A afirmação é da Doutora em Direito Penal pela USP, Janaina Conceição Paschoal. Ela deixa bem claro que esse Novo Código Penal desrespeita a vontade da maioria da sociedade brasileira.
Por isso, resolvi lhe escrever esta mensagem. Você e eu somos essa maioria.
Se a maioria da população não está de acordo – como de fato não está – com as propostas do novo Código Penal, não podemos permitir que ele seja aprovado em hipótese alguma.
Que democracia é essa que defende a vontade de poucos, excluindo a opinião da grande maioria?
Assista ao filme “Diga não à Cultura da Morte” e veja o que é possível fazer para revertemos essa situação.
Não podemos admitir que um grupinho de ideólogos defina o futuro de uma nação com quase 200 milhões de pessoas.
Eu lhe peço, além de assistir ao filme “Diga não à Cultura da Morte”, faça de tudo para esclarecer todos os seus amigos.
Veja abaixo como indicar o filme para os amigos:
Muitos nem sabem que um Novo Código Penal está  perto de ser aprovado.
Certamente, todos ficarão indignados quando tomarem conhecimento desta brutalidade que agredirá profundamente nosso País e as gerações futuras.


Atenciosamente,
Mario Navarro da Costa
Diretor de Campanhas do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira.


13 de agosto de 2012

VERDADEIRO SINAL DA BESTA

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NA MIRA DA VERDADE - VERDADEIRO SINAL DA BESTA


Papa conclama América a Guardar o Domingo

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Pré Marca da Besta: Papa conclama América a Guardar o Domingo


“O movimento dominical está agora abrindo caminho nas trevas. Os líderes encobrem a verdadeira questão, e muitos que se unem ao movimento não percebem para onde aponta a tendência oculta… Estão agindo como cegos. Não veem que, se um governo protestante abandona os princípios que deles fizeram uma nação livre e independente, e, pela legislação, introduz na Constituição princípios que propaguem a falsidade e ilusão papal, eles estão se lançando nos horrores católicos da Idade Média. Muitos há, mesmo entre os que se empenham nesse movimento em favor da imposição do domingo, que se acham cegos aos resultados que virão após essa ação. Não veem que golpeiam a liberdade religiosa. Muitos jamais compreenderam as reivindicações do sábado bíblico e o falso fundamento sobre o qual repousa a instituição do domingo”. Eventos Finais, p. 126, 127.